Estudantes de Ponte Areas iniciárom novo encerramente ante os imcumprimentos institucionais na construçom de novo centro de Secundário

18 de Setembro de 2004

Estudantes do IES Pedra da Auga iniciárom um novo encerramente ante os imcumprimentos por parte da Junta e o Concelho na construçom do novo centro de Secundário, segundo informa a organizaçom estudantil independentista AGIR no seu web.

Na noite da quinta à sexta-feira, um grupo de estudantes, entre @s que se achavam vári@s militantes de AGIR, iniciava um encerramento indefinido no IES Pedra da Auga. Tal e como passara há oito meses, trancárom as portas para evitar o início do curso 2004-05 programado para 17 de Setembro. Já de manhá, um piquete formado por membros das AMPAS e estudantes impediam o acesso no recinto do centro ao professorado à vez que informavam ao conjunto do estudantado do início e das razons do fechamento. Iniciava-se assim a nova etapa de mobilizaçons no IES Pedra da Auga para denunciar os reiterados imcumprimentos dos acordos a que estudantes e AMPAS e a Junta de Galiza chegárom no mês de Fevereiro e que pugera fim as primeiras mobilizaçons da Assembleia de estudantes do centro.

Naquela altura a Junta de Galiza, através do Secretário Geral de Educaçom Néstor Varcarcel, comprometera-se a iniciar a iniciar imediatamente as obras e a construir um novo centro, que estaria acabado em 2005, e a reformar o Pedra da Auga para fazê-lo habitável nos meses que durasse a construçom do novo.

Hoje, a 18 de Setembro de 2004, após oito meses de assinado o acordo, nem sequer existem os terrenos para a construçom do novo centro. A Junta da Galiza está a atrasar de forma intencionada o cumprimento dos acordos oferecendo nada mais que promessas às e aos representantes d@s estudantes e das AMPAS. A isto há que somar a atitude caciquista e mafiosa do Governo municipal de Ponte Areas, a cargo da direita local mais rançosa da UCPA junto com o Partido Popular, que pretendem destinar à construçom do centro um terreno de 7000 m2 que nom cumpre as condiçons mínimas para albergar as instalaçons adequadas para o número de estudantes que o utilizariam, mas que é propiedade de um dos mais importantes construtores da comarca e grande amigo da equipa de Governo municipal.

Além do mais, a Junta da Galiza incumpriu o compromisso de reformar o Pedra da Auga para o adequar à sua própria normativa a respeito das infraestuturas. A Conselheria limitou-se a fazer pequenas reformas nas semanas seguintes ao fim do fechamento, deixando para as férias do verao as obras mais importantes que como era de esperar, nem sequer se iniciárom.

É ante esta grave situaçom que @s estudantes do IES Pedra da Auga em estreita colaboraçom com as AMPAS iniciam umha nova etapa de mobilizaçons que nom rematarám até que a Junta de Galiza e o Concelho de Ponte Areas cumpram o acordado no passado mês de Fevereiro.

De AGIR, que participa activamente no conflito através da Assembleia Local de Ponte Areas, anima-se o conjunto do estudantado do IES Pedra da Auga, assim como dos outros centros da localidade, a apoiar com a sua presença o fechamento indefinido e somar-se às mobilizaçons e actividades que nos próximos dias terám lugar em Ponte Areas para defender o direito a umha educaçom pública de qualidade. Além disso, a entidade estudantil independentista iniciará umha campanha de informaçom e agitaçom nos centros de Secundário da comarca e do resto da Galiza para recabar apoios para a luita do estudantado do IES Pedra da Auga.

 

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Celso Currás, máximo responsável da Conselharia da Educaçom na Junta da Galiza