As despesas bélicas ianques no Iraque dariam atençom médica a 27 milhons de estado-unidenses pobres ou cobertura sanitária a 82 milhons de crianças

6 de Outubro de 2004

Segundo informa no seu web o Comité de Solidariedade com a Causa Árabe (com informaçons tiradas do Institute for Policy Studies and Foreign Policy), o custo da guerra contra o Iraque situa-se já nos 151.100 para os EEUU, o que vai supor um incremento do défice comercial e umha alta da inflaçom no país norte-americano.

Os estado-unidenses levam gastados 3.415 dólares per capita na guerra. O alto custo económico da guerra vai provocar no longo prazo problemas económicos consideráveis naquele país, como a ampliaçom do défice comercial e um aumento da inflaçom, segundo as estimaçons que oferecem significados economistas estado-unidenses, apesar da versom oficial de que a guerra estaria a relançar a economia. Polo contrário, o incremento do preço do petróleo – que está situado no nível mais alto desde 1983- poderia provocar umha queda do produto interior bruto dos EEUU duns 50000 milhons de dólares. Para estes economistas, o gasto de 151100 milhons de dólares na guerra contra o Iraque é o equivalente a manter o cuidado médico de 27 milhons de estado-unidenses pobres ou a cobertura sanitária para 82 milhons de crianças.

Esta situaçom económica previsível, tem muito a ver com o escasso rendimento que se está obtendo do petróleo iraquiano, como conseqüência dos ataques da resistência. Desde Junho de 2003, realizárom-se 118 ataques contra todo o tipo de instalaçons, o que tem provocado que o níveis de extracçom de crudo estejam por baixo dos índices anteriores ao começo da guerra imperialista. O considerado motor da economia iraquiana nom funciona, a reconstruçom nom se produz e a situaçom piora de dia para dia, calculando-se já o desemprego oficial em 60% da populaçom. Só 120 iraquianos trabalham em projectos de reconstruçom, dumha populaçom laboral economicamente activa duns 7 milhons de pessoas.

E enquanto isto acontece, a resistência à ocupaçom cresce a cada día que se passa, quadriplicando-se o número de combatentes que oficialmente o Pentágono reconhece que existe: em Novembro de 2003 falava de 5000 resistentes, e actualmente já outorga 20000 efectivos às forças insurgentes. Mas as cifras nom som, evidentemente, certas, e o general británico Andrew Graham afirma que o mais correcto é falar dentre 40000 e 50000 resistentes, na sua maioria iraquianos e nom estrangeiros, como quer fazer crer o governo colaboracionista de Alawi.

 

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