Multiplicam-se os ataques da resistência iraquiana contra as forças de ocupaçom

13 de Setembro de 2004

Contra as previsons imperialistas, o passar do tempo apenas está a fortalecer e estender as acçons guerrilheiras das forças patrióticas iraquianas. Só neste domingo, 45 pessoas morrêrom e dezenas fôrom feridas em confrontos entre a guerrilha e os exércitos invasores no Iraque, nomeadamente o norte-americano.

Enquanto o primeiro ministro fantoche iraquiano, Iyad Alaui, assinalava 3.000 como o número mais aproximado de vítimas mortais e 12.000 o de feridas nos últimos meses, Collin Powell assegurava em plena campanha eleitoral que a situaçom vai ser controlada polo exército ianque brevemente. Porém, a teimosa realidade punha mais umha jornada as acçons resistentes sobre a mesa das forças ocupantes.

No centro da capital, Bagdad, trezes pessoas fôrom mortas, incluídas duas crianças, e 59 ficárom feridas, quatro delas soldados estado-unidenses, após três horas de combates incluindo o bombardeamento aéreo da rua Haifa, segundo dados do comando ianque. Trata-se de um bairro de forte implantaçom patriótica, onde um tanque Bradley ianque foi atingido e destruído por um carro armadilhado.

Umha multitude celebrou a acçom dançando à volta dos restos do tanque entre gritos de vitória. Helicópteros norte-americanos disparárom contra a multitude fazendo cinco mortos, incluído um jornalista palestiniano que trabalhava para as televisons árabes Al Arabija e Al Ejbarija. Ainda em Bagdad, seis pessoas morrêrom na seqüência de vários ataques bombistas da guerrilha, incluído o coronel e membro da direcçom do Ministério do Interior fantoche Alaa Bachir, e um tenente da polícia sipaia.

Em Ramadi, a Oeste de Bagdad, mais dez pessoas fôrom mortas e 40 feridas após um ataque guerrilheiro a duas bases militares ianques, além de ser derrubado um aviom espia norte-americano.

Também em Hilla, 100 km a Sul da capital, três soldados polacos morrêrom e mais três ficárom com ferimentos num ataque com lança foguetes e metralhadoras da guerrilha, enquanto três guardas nacionais pró-imperialistas iraquianos morrêrom e mais três ficárom gravemente feridos por explosons à passagem de umha patrulha.

Em Mosul, a Norte do país, quatro polícias iraquianos morrêrom e três ficárom feridos ao ser atacada a sua viatura por um grupo guerrilheiro, enquanto em Samarra, a Norte da capital, fôrom três pessoas as mortas ao passar sobre umha carga explosiva.

Sendo esta a crónica resumida de umha única jornada ao longo de todo o país, comprovam-se os cada vez mais inocultáveis problemas das forças imperialistas lideradas polos EUA para submeter o povo iraquiano. A derrota ianque está a ser inapelável. Cumpre umha retirada urgente que evite o incessante aumento na contagem de vítimas inocentes.


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