37.000 civis mort@s no Iraque desde o início da agressom imperialista

26 de Setembro de 2004

Enquanto o comando ianque recusa qualquer contagem de vítimas mortais "inimigas", organismos nom governamentais como Iraq Body Count (IBC) ou a Campanha para Vítimas Inocentes em Conflito (CIVIC), divulgárom a verdadeira dimensom dos assassinatos em massa protagonizados polos exércitos invasores.

O general Tommy Franks, comandante estado-unidense no Iraque, esclareceu a atitude ocupante ante o que o próprio Pentágono denominou no seu dia "danos colaterais": "Nós nom contamos corpos", dixo em referência às vítimas iraquianas mortas aos milhares sob o fogo de quem se atribui a defesa da "civilizaçom". Daí que o imperialismo e os seus meios costumem limitar-se à contagem dos soldados ocupantes mortos, que no caso dos norte-americanos superam já o milhar, enquanto continuam a utilizar uránio empobrecido e as terríveis bombas de fragmentaçom contra populaçom civil iraquiana em nome da "libertaçom do Iraque".

Às 37.000 mortes feitas polas armas norte-americanas, inglesas e de outras nacionalidades "amigas", há que acrescentar milhares de pessoas feridas, mutiladas, inválidas, condenadas a padecer cancro por causa das radiaçons, queimaduras e outros efeitos da devastaçom provocada polo imperialismo no próprio país de todos e todas elas.

Só nas últimas 24 horas, polo menos sete pessoas morrêrom em dous ataques aéreos ianques contra a cidade iraquiana de Falluja, de acordo com médicos de hospitais locais, incluindo-se crianças entre as vítimas. Os ataques deixárom ainda 11 feridos nas explosons que atingírom alvos acusados polas tropas norte-americanas como reduto de militantes rebeldes na cidade, que fica 65 quilómetros ao Oeste de Bagdad. Diversos prédios também civis fôrom destruídos.

 

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