2000: IV Jornadas Independentistas Galegas. Comunismo ou Caos

27 de Março a 6 de Abril. Faculdade de Arte, Geografia e História (Compostela), Livraria Couceiro (Corunha), Fundaçom Artábria (Ferrol), Livraria A Caixa de Pandora (Vigo), Liceu "Valle Inclán" (Ponte Vedra) e Liceu "Lucus Augusti" (Lugo)

Há agora umha década, assistíamos à difusom e interiorizaçom por amplíssimos sectores do movimento operário mundial do falaz axioma que insistentemente repetia -e repete- que a derrota da URSS significa o fracasso do comunismo. Nada mais longe da realidade. O Socialismo nom fracassou na Uniom Soviética em 1991 porque já nom existia. Ora, a derrota do modelo soviético e dos países do Leste europeu e a sua rápida conversom à economia de mercado nom resolveu nengum dos problemas sociais e pol´tiicos, tam só sifnificou um brutal retrocesso nas condiçons de vida desses povos, incrementando até limites inimagináveis o sofrimento. O subdesenvolvimento e a sobreexploraçom das massas operárias e camponesas.

Quadno acabamos de comemorar o 150 aniversário da primeira ediçom do Manifesto do Partido Comunista, constatamos o fracasso do capitalismo real. Assim, 20% da populaçom concentrada no Ocidente rico desfruta de 86% da riqueza material produzida no planeta, e os próprios estudos dos organismos dependentes da ONU confirmam que "hoje há mais gente que passa fame no mundo do que a que houvo em toda a história da humanidade, e a progressom tende a aumentar".

O próprio capitalismo reconhece a sua incapacidade para resolver os principais problemas da humanidade, provocados na imensa maioria dos casos polo próprio modelo de produçom e consumo, o mesmo que está pondo em perigo a civilizaçom pola grave crise ecológica derivada do caos da economia de mercado.

A crise do capitalismo é estrutural, e todo indica que no novo século que se aproxima assistiremos ao seu afundimento. Mas isto nom significa a sua mecánica substituiçom polo Socialismo. A regeneraçom teórica, política e moral da esquerda, a capacidade de combate e direcçom do proletariado mundial, a superaçom de experiências que em nome do Socialismo promovêrom o dirigismo, autoritarismo, imperialismo e todo aquilo que nega o seu autêntico carácter libertador, som as premissas imprescindíveis para que o COMUNISMO seja a alternativa ao CAOS capitalista.

É a vontade de aprofundarmos nessa tarefa que move Primeira Linha (MLN), como germe da reorganizaçom do Partido Comunista patriótico, a centrar as IV Jornadas Independentistas Galegas na análise, reflexom e rearmamento ideológicos do marxismo-leninismo, reafirmando a ineludível necessidade de dotarmo-nos na Galiza dum instrumento revolucionário de luita e combate, que seja o motor da alternativa unitária, plural e de massas ao actual caos do capitalismo colonial.

Galiza, Março de 2000

 

Programa

Corunha

27 de Março: Visom da esquerda independentista sobre os países do Leste. Xan Carballo, Carlos Morais e Antom Santos

28 de Março: A destruiçom da biodiversidade cultural polo capitalismo. Maurício Castro

29 de Março: A classe trabalhadora como sujeito revolucionário. Inácio Martins Orero

30 de Março: Pobreza, marginalizaçom e exclusom social, filhas do capitalismo. Noélia Fernández Marques

Compostela

27 de Março: A destruiçom da biodiversidade cultural polo capitalismo. Maurício Castro

28 de Março: A classe trabalhadora como sujeito revolucionário. Inácio Martins Orero

29 de Março: Esplendor, crise e reconstruçom da alternativa comunista. Justo de la Cueva

30 de Março: Visom da esquerda independentista sobre os países do Leste. Mariano Abalo, Miguel Garcia e Igor Lugris

Ferrol

28 de Março: Esplendor, crise e reconstruçom da alternativa comunista. Justo de la Cueva

29 de Março: Visom da esquerda independentista sobre os países do Leste. Miguel Garcia, Igor Lugris e José Placer

30 de Março: A vigência da Revoluçom Socialista. Carlos Morais

31 de Março: O modelo de produçom e consumo capitalista, esbanjador da natureza. Domingos A. Garcia Fernández

Vigo

27 de Março: Esplendor, crise e reconstruçom da alternativa comunista. Justo de la Cueva

28 de Março: Visom da esquerda independentista sobre os países do Leste. Maurício Castro, Xosé M. Garcia Crego e Miguel Garcia

29 de Março: Pobreza, marginalizaçom e exclusom social, filhas do capitalismo. Noélia Fernández Marques

30 de Março: A classe trabalhadora como sujeito revolucionário. Joám Lopes

Ponte Vedra

31 de Março: Visom da esquerda independentista sobre os países do Leste. Maurício Castro, X. L. Méndez Ferrin e Miguel Garcia

Lugo

5 de Abril: A vigência da Revoluçom Socialista. Carlos Morais

6 de Abril: Visom da esquerda independentista sobre os países do Leste. Igor Lugris, F. Niño Ricoi e Antom Santos

 

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