Seis dias de prisom domiciliar por pedir liberdade de expressom

24 de Março de 2005
Os militantes de NÓS-UP Antom Santos e Ángelo Meraio, e a também independentista Beatriz Gilino, recebêrom há um par de meses a sua condena irrevogável a passarem 6 dias de Localizaçom Permanente e ao pagamento de 150 € de multa. Os factos por que tenhem de cumprir tam desmesurada condena som a realizaçom de várias pintadas na cidade de Compostela há quase três anos, nas quais precisamente exigiam do Governo municipal "liberdade de expressom" ante o julgamento de umhas companheiras e companheiros pola realizaçom de um mural reivindicativo.
Estamos ante
mais um exemplo do julgamento massivo que vizinhas e vizinhos de Compostela
estám a padecer por umha mal chamada Ordenança de Meio Ambiente.
Esta lei municipal classifica como delitos fazer murais ou colar cartazes
e autocolantes e é parte central da cruzada que da Cámara municipal
se está a exercer contra os movimentos sociais da cidade.
A pena da Localizaçom
Permanente, já cumprida por Beatriz Gilino e pendente de execuçom
durante as férias de Primavera polos dous militantes, consiste na impossibilidade
de sair da morada habitual durante seis dias; para isto, a polícia
tem liberdade de actuaçom para ir a qualquer momento do dia a comprovar
o cumprimento.