Falluja: brava resistência patriótica frente a genocidas imperialistas

9 de Novembro de 2004

Nom menos de 15.000 efectivos das forças ocupantes imperialistas, apoiados por tropas sipaias mandadas polo Governo fantoche pró-ianque, avançam sobre solo de Falluja no que é provavelmente a maior megaofensiva militar do século XXI. As tropas ocupantes som acompanhadas por avions de combate AC-130 que atacam desde o ar prédios de todo o tipo, incluídos hospitais, enquanto o fogo artilheiro castiga os bairros a Norte e Sul da heróica cidade iraquiana.

Os meios de comunicaçom ocidentais nom podem ocultar a heroicidade da resistência de um povo que resiste semelhante ofensiva genocida. As ruas registam combates corpo a corpo, estimando-se em 3.000 os guerrilheiros iraquianos que defendem a cidade. Contam-se, portanto, cinco militares imperialistas por cada guerrilheir@, além da desproporçom em armamento e tecnologia bélica.

Em palavras do governo fantoche, a operaçom tenciona "limpar Falluja de terroristas", sendo um dos primeiros "êxitos" da mesma a reduçom a entulho de um hospital no centro da cidade.

Com a cidade cercada e a subministraçom de água e electricidade interrompida, além de sem material médico para atender as vítimas, os principais hospitais ficárom já inservíveis, tornando mais graves ainda os efeitos da carnificina que os "libertadores do Iraque" estám a provocar na cidade rebelde.

Dos 25.000 habitantes que tinha, estima-se em 100.000 o número de civis que ainda permanecem lá, tendo proibida a livre circulaçom polas ruas desde há dias, em aplicaçom do toque de recolhida imposto polo Governo pró-norte-americano. Nom há por enquanto cifras sobre as mortes com certeza já provocadas pola massiva intervençom estado-unidense.

Entretanto, a resistência continua em todo o país. Três esquadras policiais fôrom atacadas em Baquba, a 60 km da capital, fazendo 25 baixas mortais entre membros da polícia sipaia.

Também em Kirkuk, a Norte do Iraque, umha base da Guarda Nacional foi atacada com um carro armadilhado matando dous efectivos no interior do quartel.

 


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A ofensiva sobre Falluja por imperialistas ianques pode ser a batalha mais sangrenta desde a tomada de Hue, a cidade vietnamita, em 1968.