Exército ianque atacou a populaçom civil de Falluja com gases venenosos e outras armas nom convencionais

30 de Novembro de 2004

@s refugiad@s que conseguírom abandonar Falluja durante a ofensiva ianque relatam arrepiantes relatos sobre as práticas das tropas invasoras, que ultrapassam a simples violaçom da convençom de Genebra para igualar as actuaçons do III Reich durante a II Guerra Mundial.

Assim, moradores e moradoras da horóica Falluja denunciárom o uso por parte das forças de ocupaçom ianques de gases venenosos e armas nom convencionais na prolongada ofensiva que protagonizárom contra essa cidade iraquiana.

Segundo a informaçom difundida por Rebelión, o exército estado-unidense arrasou completamente Falluja, com fogo aéreo, tanques, artilharia, infantaria e gases letais. Diversos civis confirmárom o uso de armamento nom convencional, incluídas umhas estranhas bombas que produzem nuvens de fumo com forma de cogumelo, e que despreendem pequenas peças que deixam esteiras de fumo. Os ferimentos provocados por esses explosivos som altamente corrosivos, apesar de serem molhadas as zonas atingidas com água abundante. Os efeitos coincidem com os produzidos polas bombas de fósforo e napalma, em cujo uso os EUA som peritos com longa experiência em países como o Viet Nam ou o Camboja.

"As pessoas sofriam terrivelmente por causa dessas bombas", confessam refugiad@s que conseguírom fugir ao massacre provocado pola ofensiva imperialista. A vizinhança de Falluja que consegue romper o cerco das tropas ocupantes em torno da cidade relata também o assassínio de civis por parte dos fardados norte-americanos, que chegam a expulsar os doentes dos hospitais ou mesmo deter doutores no mesmo momento em que estám a realizar operaçons, deixando morrer as pessoas nos quirófanos.

Outras testemunhas completam o relato dos horrores que os neofascistas ianques cometem nas ruas de Falluja: "vim como esmagavam com tanques os feridos deitados nas ruas"..."isso aconteceu muitas vezes". "Vim cadáveres no chao e ninguém podia enterrá-los por causa dos franco-atiradores estado-unidenses"...

Os factos acontecidos em Falluja nas últimas semanas nom acabam aí: "os estado-unidenses matavam as pessoas que queriam fugir a nado no rio Éufrates, disparando-lhes com as suas espingardas desde a beira"..."embora alguns levassem bandeiras brancas ou roupas brancas sobre as suas cabeças para indicarem que nom eram combatentes, todos eram alvejad@s"...."matavam inclusive @s ferid@s. Os estado-unidenses indicárom à gente que se reunisse em certa mesquita se desejavam abandonar Falluja, mas mesmo a gente que se dirigia ao lugar indicado segurando bandeiras brancas era assassinada".

Agora as 15.000 famílias refugiadas fora da cidade vivem outro tipo de miséria. "É um desastre viver neste acampamento"..."vivemos como cans e as crianças nom tenhem roupa suficiente". Segundo reconheceu um porta-voz da Meia Lua Vermelha em Bagdad, as unidades de auxílio nom som autorizadas a entrarem em Falluja, e @s refugiad@s nom serám autorizad@s a voltarem à cidade até no mínimo daqui a duas semanas.

Entretanto, os combates continuam nas ruas de Falluja, com umha resistência e coragem indescritíveis por parte de um povo que nom se deixa vencer pola superioridade militar e tecnólogica do imperialismo ianque.

Com uns media ocidentais a fazer o jogo aos agressores do neofascismo norte-americano, é preciso continuarmos a denunciar a estratégia genocida do imperialismo estado-unidense contra o heróico povo iraquiano.

 

Voltar à página principal