Fraga pede um sim à Constituiçom Europeia porque "afasta de riscos disgregadores"

6 de Fevereiro de 2005

O presidente da Junta da Galiza e antigo ministro Franquista, Manuel Fraga, aderiu à opiniom já exprimida por Mariano Rajoi e Rodríguez Zapatero segundo a qual o Tratado Constitucional da UE é umha garantia para a integridade territorial dos actuais estados que a configuram. Em concreto, Fraga pediu um sim no referendo do próximo 20 de Fevereiro porque "afasta riscos disgregadores", em alusom aos direitos nacionais de povos europeus hoje sem Estado como a própria Galiza.

No acto inaugural da campanha do PP ante o referendo de 20 de Fevereiro, Manuel Fraga afirmou que o Tratado incorpora "as principais demandas" do seu partido, entre elas "a integridade territorial dos actuais estados". O líder do PP na Galiza foi mais longe ainda ao afirmar que a Constituiçom Europeia "reconhece a intangibilidade da soberania nacional espanhola" (sic).

Apelando ao voto para evitar o que semelha umha segura elevada abstençom que deslegitime o processo, o franquista que preside a Junta da Galiza nom corou ao referir, a seguir de todo o anterior, que a UE supom "unidade na diversidade de cada Estado membro à volta da sua Constituiçom nacional e de todos os países à volta da Constituiçom Europeia".

PP e PSOE venhem coincidindo na difusom de umha mensagem que fai da garantia da unidade do actual Estado espanhol o principal valor oferecido pola Constituiçom Europeia; mais um motivo para combatermos a Europa dos Estados que querem impor-nos votando NOM no referendo.

 

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