A malnutriçom infantil duplicou-se no Iraque desde o início da invasom imperialista

7 de Dezembro de 2004

Os dados nom som da resistência iraquiana, senom do Fundo das Naçons Unidas para a Infáncia (UNICEF). Segundo relatou este organismo, "a malnutriçom aguda entre as crianças de menos de cinco anos de idade tem-se duplicado nos últimos dous anos no Iraque". 8% das crianças menores dessa idade sofre diarreias crónicas e falta de proteínas, segundo um relatório da citada entidade, o que implica a perda de nutrientes, a desidrataçom e em nom poucos casos a morte por falta de atendimento médico adequado.

Na origem desta tragédia infantil acha-se a falta de água potável causada pola destruiçom das infraestruturas de protecçom social existentes no país antes do ataque anglo-norte-americano. 70% da mortalidade infantil no Iraque é conseqüência da situaçom que descrevemos, segundo a própria UNICEF.

Em Bagdad, 40% das redes de distribuiçom de água potável ficárom atingidas pola agressom imperialista, quer destruídas, quer poluídas. Também as instalaçons de tratamento de água nom funcionam por carência de energia, manutençom ou por roubos resultantes do caos provocado pola guerra.

Já um ano antes de a agressom começar, organismos internacionais advertiam de que umha guerra contra o Iraque provocaria nom menos de meio milhom de mortes, bem como um efeito devastador no ambiente e na saúde mental e física de soldados e civis. Em concreto foi o documento intitulado "Dano colateral", redigido por MEDACT, organismo británico filiado à Associaçom Internacional de Médicos para a Prevençom da Guerra Nuclear, que em 1985 recebera o Prémio Nobel da Paz.

Agora todos dados confirmam as piores previsons sobre as conseqüências da criminosa guerra de rapina dirigida polos EUA contra o povo iraquiano.

 

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