Democracia made in USA: polícia de Los Ángeles mata a tiros rapaz negro de treze anos

10 de Fevereiro de 2005

A violência policial característica dos EUA cobrou umha nova vítima mortal na cidade de Los Ángeles. Um rapaz negro de 13 anos morreu após ter um polícia esvaziado o carregador da sua pistola contra ele. Ao todo, o menor levou dez tiros por nom ter obedecido a ordem de detençom de umha patrulha policial, quando guiava um carro roubado por umha rua da cidade estado-unidense.

A versom oficial dos factos tentou maquilhá-los falando da "detençom de umha gangue de delinqüentes", aproveitando que se tratava de um miúdo negro, alvo habitual da violência institucional e da marginalizaçom nos EUA. Porém, o meninho resultou ser um brilhante estudante, inscrito numha escola de sobredotad@s, por mais que efectivamente a vizinhança reconhecesse que andava ultimamente com "más companhias". Mas nada a ver com as gangues de delinqüentes a que a polícia se referiu, sem que tal hipótese pudesse justificar em todo o caso a selvagem actuaçom policial.

Umha vez conhecidos os acontecimentos reais e a morte de um moço de 13 anos, a polícia afirmou que "obviamente o agente nom pretendia matar um miúdo de 13 anos. Julgava estar a perseguir um condutor bêbado" (repare-se em qual é o jeito de actuar previsto pola polícia ianque contra @s condutores bêbad@s).

As mortes de inocentes em maos da polícia sucedem-se nos EUA, provocando explosons periódicas de violência popular de resposta em Los Ángeles e outras cidades norte-americanas. As vítimas das malheiras e disparos da polícia costumam ser negr@s, hispan@s e outros sectores sociais marginalizados pola "democracia" capitalista Made in USA.

 

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Nom é a primeira vez que a polícia norte-americana protagoniza assassinatos, que costumam ficar impunes