Mais de cem prisioneir@s mort@s nas prisons ianques do Iraque e Afeganistám

17 de Março de 2005

O jornal norte-americano The New York Times difundiu ontem um relatório intitulado "Homicídios criminosos", segundo o qual nom menos de 108 pessoas morrêrom sob custódia dos EUA no Iraque e no Afeganistám desde 2002. Todas as mortes ocorrêrom por acçons criminosas promovidas polas forças armadas imperialistas nesses dous países ocupados e agredidos militarmente já durante anos e ainda na actualidade.

Os dados fornecidos provenhem de fontes militares estado-unidenses, e confirmam que as agressons acontecem dentro e fora dos centros de detençom das ditaduras militares pró-ianques iraquiana e afegá, incluindo a execuçom directa no momento da detençom e a morte durante as sessons de torturas já graficamente documentadas.

Agentes da CIA, mandos militares e membros das tropas ocupantes protagonizárom as acçons criminosas denunciadas polo citado jornal, existindo só oito casos sob inquérito oficial e 18 casos encerrados sem qualquer medida punitiva contra os culpados. Ao menos quatro casos dos investigados envolvem agentes da CIA.

Durante os três últimos anos, segundo dados do próprio Pentágono, 65.000 pessoas fôrom detidas no Iraque e o Afeganistám, reconhecendo a existência de onze casos de homicídios "justificados", incluídos os assassínios de presos acusados de revoltas carcerárias, explicando outras mortes por "causas naturais".

Diversos organismos nom governamentais tenhem repetidamente denunciado a sistemática prática de torturas e assassínios de prisioneiros por parte dos EUA, tendo sido reconhecida também essa selvagem estratégia repressiva por integrantes das tropas ocupantes do Iraque e o Afeganistám. A difusom destas informaçons coincide com a ratificaçom pública polo presidente ianque da aplicaçom da pena de morte como meio efectivo para "combater o crime".

 

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