Em 2004, terrorismo sionista fijo sete vezes mais mortes entre populaçom palestiniana do que a resistência entre a populaçom israelita

31 de Dezembro de 2004

Em 2004, 854 palestin@s morrêrom nos territórios ocupados da Cisjordánia e de Gaza, sob o fogo sionista, segundo dados fornecidos polo Crescente Vermelho, número superior ao de mortes em 2003, que foram de 664. Por outro lado, o número de israelitas que perdêrom a vida em atentados suicidas e ataques da resistência contra a ocupaçom foi menor neste ano do que no anterior: 118. Em 2003 tinham sido 142, segundo cifras difundidas polas Forças Armadas do sionismo.

Nos mais de quatro anos da Intifada, o levantamento contra a ocupaçom militar israelita, que começou em 28 de Setembro de 2000, morrêrom mais de 3.500 palestinianos, segundo o Crescente Vermelho, e 1.030 israelitas em ataques da resistência, segundo cifras proporcionadas polas Forças Armadas sionistas.

Os feridos em ambos os grupos desde que começou a Intifada fôrom 28.338 entre a populaçom palestiniana, e 6.964 entre a israelita e de outras nacionalidades, deles 4.854 civis.

Diferentemente de anos anteriores, em 2004, o número de atentados suicidas diminuiu a 0,4% de todos os ataques palestinianos, mas causaram 47% dos mortos israelitas e de outras nacionalidades. Quase 50% das 118 mortes, 55, fôrom vítimas civis de acçons palestinianas, e os demais membros do exército, a polícia nacional e outros organismos de segurança.

Militares israelitas justificam que a queda no número de mortos este ano se deve em parte à construçom do muro do apartheid em terras palestinianas da Cisjordánia, condenado como ilegal, entre outros, polo Tribunal Internacional de Justiça de Haia, dependente da ONU, mas efectivado ante a passividade da chamada "comunidade internacional".

Nom foi divulgado o mesmo levantamento sobre as vítimas palestinianas, mas é sabido que os ataques violentos israelitas atingem em grande parte civis, incluídas crianças.

 

Voltar à página principal

 

 

Pedras contra tanques, metáfora da desproporçom de forças no confronto entre um povo em luita polo direito à existência e um dos exércitos melhor armados do Planeta, empenhado em expulsar o povo palestiniano da sua pátria: a Palestina