Cientistas afirmam que houvo "erros grossos" na gestom da crise do Prestige e que nom houvo avanços em matéria preventiva

15 de Abril de 2005

Divers@s cientistas e investigadores que intervinhérom ontem na subcomissom de acompanhamento das conseqüências do Prestige no Congresso espanhol coincidírom na detecçom de "erros grossos" cometidos durante a gestom do desastre ecológico provocado polo naufrágio do Prestige. E, o que é mais grave, afirmárom que desde entom nom tem havido avanços em matéria preventiva que garantam que nom se repete umha situaçom semelhante.

Cientistas do Instituto Espanhol de Oceanografia indicárom que a gestom da crise polas autoridades institucionais e políticas foi "deficiente", pondo como exemplo o "grave erro" de afastar o barco da costa, quando existiam evidências científicas de que era a pior opçom. Na mesma linha se pronunciou Fiz Fernández Pérez, investigador do Conselho Superior de Investigaçons Científicas (CSIC), quem dixo que se o Prestige tivesse aportado em Corcubiom, teria causado danos muito menores.

@s cientistas denunciárom a desconsideraçom e marginalizaçom da "comunidade científica" durante os meses a seguir do acidente, aplicando-se umha apertada censura, incluindo proibiçons de fazerem declaraçons públicas.

Contodo, já na altura 400 cientistas assinárom umha carta em que explicavam que nom tinham nada a ver com as decisons e manifestaçons de políticos e administraçons, que em todo o momento tentárom utilizar argumentos de autoridade científica para justificar a errada política seguida durante a crise.

No que toca aos níveis actuais de poluiçom derivada das marés negras do Prestige, o colectivo de cientistas afirmou que é na Costa da Morte que torna mais evidente a subsistência de contaminaçom por fuelóleo nos areais e no litoral em geral.

Entretanto, o PP continua a tentar safar da sua criminosa responsabilidade no desastre provocado polo Prestige, aferrando-se a umha suposta "falta de unanimidade na comunidade científica", para assim justificar as gravíssimas decisons que tomou em contra do meio natural e a economia da Galiza.

 

 

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