Operari@s de Valeo empreendem medidas de pressom em defesa dos postos de trabalho

18 de Novembro de 2004

Após umha segunda reuniom entre o Comité de empresa e a Direcçom da factoria que a multinacional do sector auxiliar do automóvel tem em Ourense, o quadro de pessoal decidiu principiar a aplicar mobilizaçons e medidas de luita maiores. Directivos da empresa limitárom a sua oferta a umha reduçom dos 250 postos de trabalho actuais para 20 espalhados por fábricas da firma ao longo da Península, e mais 15 no Porrinho. Ao todo, 35 postos, frente às intençons anunciada de manter o máximo de empregos após a clausura da factoria ourensana de cablagem.

Para o resto, nengumha garantia de recolocaçom, o que obrigou os empregados e empregadas a iniciar medidas de pressom que ontem mesmo começárom com o corte do tránsito ferroviário em Ourense e cortes de tránsito nas estradas de acesso ao Polígono de Sam Cibrao. O quadro de pessoal manifestou-se também polas ruas da cidade das burgas, dirigindo-se às sedes institucionais municipal e provincial exigindo soluçons à sua precária situaçom.

No acesso à Cámara municipal, agentes da Polícia local figérom frente aos obreiros, que afinal acedêrom ao prédio e reunírom-se com o vice-presidente da Cámara, José Luís Rodríguez Cid (PP).

Na estaçom do comboio, os trabalhadores e trabalhadoras conseguírom atrasar a saída do Talgo a Madrid, ocupando as vias e coreando palavras de ordem e fazendo com que o combio partisse com umha hora de atraso.

Novas medidas de pressom deverám ser tomadas polos obreir@s ourensanos se a situaçom continuar na mesma. Estamos ante umha luita vital em defesa de centenas de postos de trabalho numha regiom da Galiza interior condenada ao despovoamento polo modelo de desenvolvimento que o capitalismo espanhol impom.

 

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