Milhares de vigueses e viguesas exigem nas ruas um urbanismo racional e sustentável

15 de Abril de 2005
Vários milhares de vizinh@s de Vigo -perto de 10.00 segundo diversas fontes- saírom à rua a passada quarta-feira 13 de Abril para exigir a retirada do projecto de Plano Geral de Ordenaçom Municipal (PGOM) aprovado pola cámara municipal viguessa.
@s manifestantes, convocad@s polos colectivos de afectad@s e por diversas organizaçons políticas e sociais, partírom às 20:00 da Praça do Concelho viguessa para depois percorrerem as ruas mais céntricas da cidade durante quase duas horas, segurando faixas contra o Plano Geral e contra diversas actuaçons concretas previstas neste projecto. A esquerda independentista, representada por NÓS-Unidade Popular, também estivo presente com um nutrido cortejo que seguia umha faixa em que se podia ler a legenda "Defendamos a terra. Por um PGOM racional e sustentável ao serviço do Povo Trabalhador".

À passagem da manifestaçom pola sede da Federaçom de Associaçons Vicinais Eduardo Chao -entidade instrumentalizada por BNG e PSOE e que se proclama representante do movimento vicinal- vári@s manifestantes chegárom-se do local para colocar propaganda em contra do actual modelo urbanístico em protesto polo papel jogado pola FAAVV de total apoio ao projecto do governo municipal.
Durante a marcha, repetírom-se palavras de ordem como "Plano Geral, Plano do Capital", "Corina, escuita, Vigo está em luita" ou "Bloco, PP, a mesma merda é".
Após o cortejo chegar à "Casa das Artes" onde se expom o projecto de PGOM, um representante dos colectivos organizadores pronunciou um eloqüente discurso em favor da unidade de acçom e o alargamento e profundizaçom da luita para fazer frente ao modelo de cidade que defendem os partidos do sistema; ao serviço de especuladores, mercadores e empresários.
Recordemos que
o independentismo socialista, por meio de NÓS-Unidade Popular, leva
meses implicado na oposiçom ao projecto urbanístico predador
que representa o PGOM; participando em diversas coordenadoras e na plataforma
Alternativa Vicinal, que pretende consolidar um espaço comum de luita
para tod@s @s vizinh@s que apostam por um modelo de município ao serviço
dos interesses populares.