PSOE e BNG perseguem livre expressom e memória histórica em Compostela

23 de Janeiro de 2006

A Polícia municipal da capital da Galiza, sob as ordens de um Governo em maos da coligaçom PSOE-BNG, voltou a dar mostras do seu verdadeiro "talante", proibindo a um grupo de compostelan@s a elaboraçom de um mural em memória de Ángelo Casal, o presidente da Cámara assassinado em 1936 polos fascistas espanhóis.

A iniciativa de homenagem à memória histórica correspondeu à associaçom cultural "A Gentalha do Pichel", que desenvolve nos últimos meses diversas actividades de recuperaçom da memória da luita antifascista na comarca.

O mural nom pudo ser concluído ao se apresentarem no local membros da Polícia municipal compostelana, significada polo seu carácter abertamente repressivo contra a livre expressom popular. Sob ameaça de serem acusad@s de "desobediência grave" se continuavam, os membros da Gentalha do Pichel tivérom que interromper os trabalhos.

Nom é, nem muito menos, a primeira vez que factos semelhantes acontecem sob mandato do PSOE e o BNG em Compostela. Murais em defesa da língua em muros sem qualquer valor patrimonial ou estético som eliminados sistematicamente por ordem do Governo municipal, ao passo que activistas sociais sofrem fortes multas e sançons por colarem cartazes de conteúdo sociopolítico ou exercerem a livre expressom nas ruas compostelanas.

Dá-se a paradoxal circunstáncia de que, no caso do BNG, esta força joga o duplo jogo de fazer parte do governo promotor da normativa repressiva e que dá cobertura aos abusos policiais, enquanto promove através de liberados da UPG na CIG um chamado "Movimento polos Direitos Civis" que contesta essas actuaçons.

 

 

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