Guarda civil detém mais um militante de BRIGA, e vam seis!

9 de Junho de 2005

A Guarda Civil detivo esta mesma tarde um novo militante da organizaçom juvenil independentista BRIGA. Trata-se de Daniel Lourenço, que foi assaltado à saída da sua morada em Compostela por guardas civis à paisana e conduzido ao quartel da organizaçom armada espanhola na capital da Galiza.

Lembremos que, antes de Daniel, fôrom cinco @s jovens militantes de BRIGA arbitrariamente detidos em relaçom com a campanha antimilitarista realizada na Corunha com motivo do desfile militar de 29 de Maio, três rapazes e duas raparigas. Se @s anteriores fôrom detid@s na Corunha, a de hoje foi a primeira detençom em Compostela.

É previsível que, tal como nos casos anteriores, Daniel Lourenço seja também acusado de absurdos delitos como "associaçom ilícita" e "injúrias ao exército", como parte da campanha propagandística de criminalizaçom da juventude independentista que desprega a Guarda Civil nos últimos dias. De facto, o organismo repressivo espanhol chegou a difundir um comunicado em que falava de um suposto "desmantelamento" da entidade juvenil. Falsidade que ficou logo demonstrada na manifestaçom de Ponte Vedra contra ENCE, em que BRIGA participou com normalidade e, como sempre fijo, sem ocultar a sua actividade social e política em defesa da juventude trabalhadora galega.

Nestes momentos em que a repressom castiga o compromisso e a entrega à causa revolucionária e independentista de crescentes sectores juvenis galegos, é mais necessário do que nunca alçar a voz em solidariedade com tod@s @s detidos e exigir a imediata liberdade sem cargos para Daniel Lourenço.

Continuaremos a informar das novidades que se produzirem neste novo caso de perseguiçom política. Recomendamos igualmente visitar o web de BRIGA, onde se acompanham os acontecimentos e se informa da actualidade da acçom repressiva e das iniciativas antirrepressivas.

Colaborador da AMI detido no Baixo Minho

Acabamos de ter conhecimento, mediante leitura no portal Galizalivre, da detençom de um outro jovem independentista, desta vez ligado à AMI e acontecida há dous dias. A Guarda Civil conduziu o jovem ao quartel, acusando-o de "danos materiais" contra a empresa ATSA, no valor de 900 euros.

À gravidade da perseguiçom política soma-se neste caso a imposiçom do juiz que obrigou o jovem a falar espanhol durante a sua declaraçom no julgado.

A empresa de transporte ATSA é acusada em círculos estudantis da comarca polos abusos económicos contra o estudantado pola posiçom privilegiada de que goza em exclusiva mercé de um convénio de colaboraçom com a Junta da Galiza.

Também neste caso exprimimos a nossa solidariedade com mais um jovem represaliado pola Guarda Civil.

 

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