Cuba tem 25.000 profissionais da medicina espalhad@s no mundo a exercerem internacionalismo

14 de Março de 2006

Com motivo da realizaçom de um Seminário Internacional de Atendimento Primário da Saúde, em Cuba, Fidel salientou a existência de mais de 70.000 médic@s formad@s pola Revoluçom, d@s quais 25.000 cumprem missons internacionalistas em países da América Latina, Ásia e África.

O labor de ajuda aos povos que essas e esses profissionais desenvolvem permite-lhes verificar, segundo o próprio Fidel afirmou, que "a humanidade caminha irresponsavelmente para um beco sem saída, sendo testemunhas da miséria, das calamidades e da desigualdade e exclusom que sofrem muitas naçons do planeta".

O líder revolucionário reafirmou a aposta cubana na "Batalha das Ideias, nutrindo-se de inteligência e conhecimentos, de ideais humanistas e solidários", face à falsidade das acusaçons da chamada Comissom dos Direitos Humanos da ONU, controlada polos EUA, que condena países como Cuba e cala perante as responsabilidades ianques em catástrofes como o furacám Katrina, as torturas e vexames às populaçons iraquiana e afegá, a ilegal base naval de Guantánamo ou as prisons secretas na Europa.

Fidel garantiu que Cuba vai manter o rumo, nom só curando directamente milhares de latino-american@s, asiátic@s e african@s, mas também formando profissionais da medicina originári@s de povos especialmente vitimados polo capitalismo.

Primeiro lugar da América Latina em educaçom primária

De outra parte, um estudo recente da UNESCO ratificou Cuba como o país com melhores resultados educativos da América Latina, com grande diferença a respeito dos restantes países em matérias fundamentais como a Matemática ou a Língua, além de no facto de estar garantida a escolarizaçom universal das crianças, o que nom costuma acontecer no resto do continente.

O estudo foi apresentado polo chamado Banco de Desenvolvimento Inter-Americano, e afirma que a qualidade do ensino primário nos países latino-americanos é baixa, a desigualdade é muito alta e o número de escolas escasso. Todo o contrário do que, segundo a própria UNESCO reconhece, acontece na ilha de Cuba.

 

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