Solidariedade cubana: graduaçom de 1610 estudantes da Escola Latino-Americana de Medicina

28 de Agosto de 2005

Um acto solene decorrido no teatro Karl Marx de Havana serviu para graduar 1.610 nov@s profissionais da medicina provenientes de países latino-americanos para estudarem na Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), criada em 1998 polo Governo revolucionário cubano.

Apesar da falta de recursos que atravessa o povo Cubano devido principalmente ao assédio imperialista, o Governo da ilha continua a dar prioridade a políticas de conteúdo social nom só para o seu povo, como também para a estratégia de integraçom e desenvolvimento continental.

A ELAM é um exemplo dessa política. Criada logo a seguir à catástrofe provocada na Centroamérica polo furacám Mitch em 98, nela estudam gratuitamente 10.000 aspirantes a médic@s procedentes de países especialmente empobrecidos polo capitalismo.

Esta notícia tivo escasso eco nos grandes media capitalistas, que preferem continuar a alimentar a distorcida imagem de umha Cuba centrada na flagrante violaçom dos direitos humanos.

Coincidindo com a iniciativa internacionalista cubana, o representante da ONU na ilha, Bruno Moro, expressou admiraçom pola qualidade do sistema de saúde cubano em geral, e polo combate à SIDA em particular, "apesar das dificuldades já conhecidas".

 

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