Fica provada utilizaçom polos EUA de armas químicas proibidas na matança de Falluja

9 de Novembro de 2005

Um canal de televisom italiano conseguiu provar o que era umha suspeita denunciada por diversos organismos internacionais: o uso de fósforo branco e napalm no massacre provocado polo indiscriminado e intenso bombardeamento da cidade iraquiana de Falluja em Novembro de 2004.

O assédio e a carnificina provocada polo imperialismo norte-americano há agora um ano é comparável com os maiores massacres acontecidos em conflitos bélicos e campanhas de terror de Estado ao longo do século XX. Em só dous dias de Novembro, 600 habitantes morrêrom, 243 crianças incluídas, numha populaçom de 600.000 pessoas, sob o fogo da aviaçom invasora norte-americana, e um ano depois nengum organismo internacional processou ainda o principal responsável, George W. Bush, como verdadeiro criminoso e genocida.

Agora confirma-se o uso polo Exército ianque de armas químicas proibidas contra a populaçom civil massacrada. Testemunhos de pessoas que vivêrom os ataques falam de corpos de crianças a queimar-se por efeito do fósforo, que liquida por completo as pessoas que atinge num raio de acçom de 150 metros, atacando os tecidos vivos e deixando as roupas intactas. O uso de armas químicas é proibido desde que foi assinada umha convençom específica em 1997, com participaçom norte-americana. Quanto ao napalm, a variante utilizada foi a denominada MK77, substáncia proibida polas convençons da ONU de 1980.

"Faluja, a matança escondida" é o nome da reportagem em que Rai News apresenta as evidências das práticas genocidas ianques, com declaraçons de militares estado-unidenses e de vítimas dos ataques, além de documentos filmados e fotografias durante e depois do assédio de 2004.

 

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Umha das numerosas crianças feridas polos ataques ianques contra a "cidade rebelde" iraquiana de Falluja