Rumsfeld anuncia continuidade da ocupaçom e o genocídio durante mais 12 anos

27 de Junho de 2005

O secretário da Defesa ianque, Donald Rumsfeld, afirmou que o movimento de libertaçom nacional iraquiano nom poderá ser sufocado antes de um período de doze anos, confirmando reunions do comando imperialista com a resistência, que sem apoios exteriores enfrenta corajosamente a ocupaçom e espoliaçom do seu país pola principal força militar do planeta.

O comando norte-americano procura através de reunions com líderes da resistência patriótica semear a divisom do movimento de libertaçom nacional, o que até hoje nom conseguiu. Porém, a guerrilha ganha legitimidade face às acusaçons de serem "terroristas" e "bandidos", promovida pola propaganda imperialista.

Entretanto, os ataques guerrilheiros som generalizados nos quatro cantos do País, contando-se por dúzias as vítimas diárias do conflito e deixando em evidência o beco sem saída em que o Pentágono enfiou as suas tropas de ocupaçom. Samarra, Azamiyah, Iskandariya, Yibala, Haswa, Bagdad... todo o Iraque é um grande campo de operaçons da guerra de libertaçom nacional contra o imperialismo norte-americano, que assiste impotente ao crescimento do rechaço à sua presença entre as massas populares.

Hoje mesmo foi derrubado um novo helicóptero Apache, morrendo os seus dous tripulantes, na vila de Al Taji, no chamado Triángulo Sunita. É impossível acompanhar o ritmo de acçons resistentes, ante as quais os massacres e razias ianques e das forças armadas sipaias mostram os limites da tecnologia e o armamento quando um povo se nega a aceitar a tirania.

Fontes da resistência denunciam a nova fase em que as forças de ocupaçom entrárom a partir da destruiçom de Falluja. Se antes existia maior preocupaçom por ganhar sectores da populaçom iraquiana, agora o próprio Rumsfeld ordenou a destruiçom massiva de cidades e vilas que apoiarem a resistência. Milhares de marines som enviados a esses locais, bombardeando-os até nom ficar pedra sobre pedra.

Além de Falluja, outras cidades sofrêrom já ataques genocidas desse género, tais como Tal Afalr, al-Qaim ou Hadiza, com milhares de mortes que nom aparecem nas informaçons e contagens oficiais.

A derrota estratégica estado-unidense nom impede que o sangue continue a correr, sem que os organismos internacionais tomem nengumha medida contra o Governo ianque, responsável impune polo genocídio em curso durante os últimos anos no Iraque.

 

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