Cancros e malformaçons infantis multiplicárom-se no Iraque entre cinco e dez vezes por efeito do uránio empobrecido ianque

23 de Janeiro de 2006

O nascimento de crianças com malformaçons e os cancros infantis aumentárom de maneira espectacular no Iraque, entre cinco e dez vezes mais numerosos do que antes do início dos ataques imperialistas. A causa está no uso de uránio empobrecido na muniçom dos exércitos ocupantes, nomeadamente o estado-unidense.

De facto, na actualidade, mais de 50% d@s iraquian@s que padecem cancro som crianças abaixo dos cinco anos, devido à especial vulnerabilidade e por o uránio encontrar-se espalhado sem controlo nas áreas de jogo infantis um pouco por todo o país, mas de maneira especial em áreas como Bagdad e Falluja.

Na verdade, a especial incidência de cancros como resultado do uso de material bélico radiactivo polos EUA vinha já da primeira Guerra do Golfo, ao longo portanto de umha década e meia, em que fôrom utilizadas no mínimo, 300 e 1.700 toneladas de uránio empobrecido nas duas guerras imperialistas contra o povo iraquiano. Quer dizer, 70 gramos por habitante, que de serem directamente inalados serviriam para matar toda a populaçom do Iraque.

As provas gráficas do desastre provocado polo uránio, cujos efeitos se prolongam por milhares de milhons de anos, estám já publicadas em forma de fotografias de umha dureza extrema, que demonstram que o Iraque pode ter-se convertido num território inabitável em termos de garantias para a saúde das pessoas.

Também as tropas ianques se vírom afectadas polos efeitos do uránio empobrecido das suas muniçons, com 150.000 veteranos atingidos polo envenenamento por radiaçom e deformaçons nos seus filhos e filhas.

A natureza letal do uránio empobrecido utilizado no material bélico foi há já muito confirmada por organismos como a Organizaçom Mundial da Saúde (OMS) através da sua Missom de Uránio Empobrecido na Kosova. Porém, o Pentágono continua a negar tais efeitos e a empregá-lo indiscriminadamente nas suas guerras de agressom contra os povos. Trata-se de um material reutilizado a partir dos restos que produzem as centrais nucleares, como reforço da muniçom para perfurar as blindagens inimigas. No entanto, a sua maior efectividade acha-se na extensom do cancro e as malformaçons genéticas entre a populaçom que sofre os ataques.

Perante semelhantes evidências, nom há dúvidas sobre quem constitui realmente a principal força do terrorismo internacional contra os povos do mundo e as liberdades: os Estados Unidos da América, com o seu complexo industrial-militar à cabeça de um projecto imperialista inimigo da humanidade, só comparável com o nazi-fascismo dos anos 30 e 40 quanto à crueldade e injustiça que os caracteriza.

Pola sua dureza, evitamos reproduzir mais fotografias das vítimas actuais do uso do uránio empobrecido no Iraque, mas esses terríveis testemunhos gráficos podem ser visitados na rede aqui.

 

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As imagens dos efeitos do uránio empobrecido ianque no Iraque transmitem com toda a dureza a natureza do imperialismo e aonde está disposto a chegar na sua guerra contra os povos