Sucedem-se iniciativas contra a presença militar espanhola na Galiza

1 de Maio de 2005
A menos de um mês para o desfile que decorrerá finalmente a 29 de Maio nas ruas da Corunha, sucedem-se as iniciativas contra a presença militar espanhola na Galiza. Já informamos em dias passados da manifestaçom que percorreu as ruas da Corunha, sendo rebentada por violentos fardados da Polícia espanhola. Dias mais tarde, a mesma Assembleia criada na Corunha contra o desfile das Forças Armadas espanholas no nosso país realizou cortes de tránsito e outras acçons simbólicas denunciando a tentativa do Ministério da Defesa espanhol. Também a Plataforma nacional promove um manifesto e umha manifestaçom no mesmo dia 29, na Corunha, contra o desfile.
Por seu turno, as entidades juvenis independentistas BRIGA e AMI desenvolvem também actos contra o militarismo espanhol. BRIGA substituiu placas com os nomes de ruas dedicados às Forças Armadas espanholas e realizou numerosos murais com a legenda "que se vaiam", todo em diversos pontos da cidade da Corunha e apesar da forte presença policial, que nom evitou as acçons de protesto da militáncia de BRIGA.

Finalmente, a
AMI levou a sua denúncia à banca do Exército espanhol
na exposiçom Galiemprego, organizada em Compostela pola Junta da Galiza.
O lançamento de tinta contra o stand militarista deixou-no inutilizado
durante horas, respondendo as forças repressivas com a detençom
de cinco militantes da citada organizaçom juvenil, que fôrom
conduzidas aos calabouços da Polícia na capital galega.
De Primeira Linha em Rede nom queremos deixar de expressar a nossa solidariedade
com @s jovens militantes da AMI, aderindo às vozes que já reclamárom
a sua imediata libertaçom e o cessamento de acçons repressivas
contra quem na Galiza ousa rebelar-se contra o militarismo espanhol.