Quase 25.000 civis mort@s no Iraque desde o início da agressom imperialista

21 de Julho de 2005
Um estudo difundido
polas ONG's Iraque Body Count e Oxford Research Group contabiliza em cerca
de 25.000 o número de vítimas mortais da invasom e a guerra
provocadas polo imperialismo norte-americano desde Março de 2003.
O estudo parte
de 10.000 notícias publicadas pola imprensa internacional desde 20
de Março de 2003 até 20 de Março de 2005, e atribui à
violência desatada pola invasom do país a morte violenta de 24.865
pessoas nom vinculadas às forças militares presentes na zona.
No segundo ano de ocupaçom e guerra duplicou-se o número de
mortes de civis, correspondendo 37% das mortes totais directamente à
acçom das forças armadas ocupantes, quer ianques, quer británicas.
No citado estudo, atribuem-se 9,5% das mortes de civis à acçom
da resistência iraquiana, que de qualquer maneira se deriva de umha
reacçom contra a ocupaçom estrangeira.
Quase 36% do
total de mortes corresponde a delitos criminais cometidos desde o início
da invasom. 82% das mortes som de adultos varons e 9% mulheres maiores de
idade, enquanto um em cada dez tinha menos de 18 anos. Um em cada 200 civis
mortos era menor de dous anos, e a maioria de vítimas adultas era pai,
mae ou viúva que saía de algum dos orfanatos do País.
Entre as vítimas
mortais menores de idade, a proporçom de adolescentes foi de 22,7%,
tendo acontecido a maior parte das mortes nas áreas mais povoadas do
Iraque: 77% do total de mortes acontecêrom em 12 cidades. Delas, quase
metade ocorrêrom na capital (45,3%), se bem que Tikrit e Faluja fôrom
até agora as duas mais castigadas em relaçom ao seu tamanho.
Em números absolutos, Bagdad, com 5,5 milhons de habitantes, regista
o maior número de mortes civis, com 11.264.
Quanto aos exércitos
com maior responsabilidade polas mortes de civis, ao estado-unidense corresponde
a imensa maioria (98,5%), repartindo-se o restante 1,5% entre o británico,
ucraniano, irlandês e os bandos de segurança privada.
53% das mortes
fôrom causadas por explosivos, nomeadamente bombas lançadas pola
aviaçom invasora.
Com o relatório que comentamos, as entidades autoras do trabalho querem demonstrar que, contra o que afirmam os governos ianque e británico, a contagem de vítimas civis é perfeitamente possível, e se nom há dados oficiais é por falta de interesse político em admitir a realidade do genocídio que o imperialismo está a cometer em território iraquiano.
Informaçom tirada do Diário Vermelho brasileiro