Declaraçom da FPLP sobre o ataque sionista na Prisom de Ariha

20 de Março de 2006

Reproduzimos a seguir, na íntegra e na nossa língua, a declaraçom difundida pola Frente Popular para a Libertaçom da Palestina (FPLP) em relaçom ao ataque do Exército israelita contra o cárcere de Ariha, que foi destruído, e o seqüestro de diversos militantes dessa organizaçom palestiniana marxista de libertaçom nacional.

Declaraçom da FPLP sobre o ataque sionista na Prisom de Ariha

A Frente Popular para a Liberaçom de Palestina condena todos aqueles que, directa ou indirectamente, causárom a prisom criminosa do seu Secretário Geral, os seus camaradas, o irmao Fuad ash-Shawbaki, e numerosos outros militantes de várias forças Patrióticas e Islámicas que estavam sujeitas ao encarceramento político arbitrário baseadas no ditame americano-sionista.

A FPLP declara que as forças invasoras cometêrom um crime com essas prisons, assim como com o ataque na prisom de Ariha (Jericó) e a destruiçom da Muqata'ah e dos prédios de dentro do complexo, com a cumplicidade da América (USA) e Gram-Bretanha (UK), assim como os
funcionários da Autoridade Palestiniana - com as suas mentes controladas polo temor da resposta israelita a algo que poderiam fazer-lhes - tremendo e vacilando.

Isto ocorreu pola fé ingénua que eles tinham depositado em Acordos, mesmo nesses sob a protecçom de América e outros países desse tipo. Ehud Olmert, entretanto, procurado neste momento provar aos israelitas que ele é o que se espera de umha imagem de Sharon de modo que ele e o seu partido podam ganhar politicamente nas próximas eleiçons.

A FPLP declara que tinha entregado um memorando oficial em nome do seu Escritório Político ao Comité Executivo da Organizaçom pela Libertaçom de Palestina (OLP) e para o seu Presidente na presença das forças Patrióticas e Islámicas em que exigia que a ordem de libertaçom do Secretário Geral da Frente Popular dada pola Corte Suprema Palestina fosse executada e determinasse que a FPLP tomasse a plena responsabilidade pola sua vida e segurança. Mas este documento nom foi tratado seriamente. Nem foi dada umha séria atençom aos avisos estado-unidense-británicos que fôrom emitidos a 8 de março, que indicava que a protecçom Anglo-Americana da prisom ia ser retirada.

A Frente Popular declara que, com esta prisom, a ocupaçom israelita e a liderança de Israel e as suas agências de segurança som responsáveis por qualquer dano que poda ser feito à vida do Secretário Geral da Frente Popular ou dos seus camaradas. Também considera a América (USA) e Gram-Bretanha (UK) responsáveis, por terem abandonado os seus compromissos de proteger os prisioneiros, assim confirmando o conluio Anglo-Americano e participaçom no crime.

A Frente Popular declara que a batalha para libertar Ahmad Saadat e os seus camaradas nom acabou e nunca acabará até ele ser libertado. A FPLP, e com ela todas as forças patrióticas, continuarám a pressionar a Autoridade Palestiniana para prosseguir no caso, já que foi um ataque à sua soberania e umha violaçom de um Acordo abominável assinado sob umha chuva de balas na Muqata'ah em RamAllah.

A Frente Popular chama as forças Patrióticas e Islámicas, as organizaçons da sociedade civil
Palestiniana, e todas as forças pola liberdade e justiça no mundo à continuarem a agir em rejeiçom desta pirataria israelita com apoio estado-unidense e pressionarem para a libertaçom do Secretário Geral do seu novo local de encarceramento.

A Frente Popular declara que este crime de modo nengum reduzirá o seu avanço, que foi batizado no sangue dos mártires e experimentado através da luita. A sua resposta a este crime será dolorosa. A FPLP chama ao um fim da dependência das ilusons que se ligam aos Acordos que som transgredidos antes de a sua tinta secar. A desculpa débil de que o encarceramento contínuo do Secretário Geral e os seus camaradas era para sua protecçom foi despedaçado polas bitolas dos tanques e bulldozers. Protegê-lo fora da prisom teria sido mais fácil do que deixá-lo dentro da prisom, onde a cada minuto ele poderia ser alvejado mortalmente.

A Frente Popular conclui a sua declaraçom por apelar para que deixem de ser depositadas esperanças nas promessas da América (USA) e de outros que nom cedêrom nada; só Acordos transitórios e temporários que nos levárom de volta ao remoinho de Oslo. A FPLP chama pola continuaçom do compreensivo diálogo Nacional Palestiniano, na direcçom do fortalecimento da Unidade Nacional de forma clara e profundamente enraizado nas bases que sustentam a inabalável Resistência do nosso Povo. Também chama o estabelecimento de um governo patriótico de coaligaçom para reconstruir a Organizaçom de Libertaçom da Palestina em bases democráticas e com a participaçom de todas as forças, já que é a autoridade suprema do nosso Povo e o seu único representante legal onde quer que eles esteja localizado.

 

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