NÓS-UP reclama medidas concretas e urgentes para reduzir a sinistralidade laboral

28 de Fevereiro de 2006

A sucessom de mortes e acidentes de maior ou menor gravidade no mercado laboral galego foi analisada e denunciada pola organizaçom independentista NÓS-Unidade Popular, que negou que se tratasse de "umha desgraça intevitável fruto da má sorte das vítimas". Polo contrário, definiu-na como "conseqüência inevitável da aplicaçom da lógica neoliberal ao mercado laboral galego, baseada no máximo benefício para os empresários e o mínimo investimento em medidas de segurança e condiçons de trabalho dos empregados e empregadas".

NÓS-UP denuncia a "absoluta impunidade" dos empresários, graças à "atitude condescendente do Executivo autonomico", assegurando que "jogar com a vida dos obreiros e as obreiras continua a sair mui barato para a burguesia empresarial na Galiza".

Entre as medidas de fundo exigidas pola esquerda independentista representada em NÓS-UP, destaca o desmantelamento do modelo sócio-laboral actualmente em vigor, ao serviço de um neoliberalismo inimigo das trabalhadoras e trabalhadores, e dos seus direitos. O combate à precariedade imposta polas sucessivas contra-reformas laborais, a puniçom directa aos empresários envolvidos nos acidentes laborais, a inspecçom rigorosa e sistemática que se antecipe aos sinistros, as medidas contra a temporalidade e as horas extra, a reduçom a 35 horas semanais, som algumhas das medidas imediatas propostas por NÓS-Unidade Popular, que detecta "falta de vontade política" no Governo do PSOE e o BNG, como antes no do PP, à frente da Junta da Galiza.

Finalmente, a formaçom independentista e socialista galega reafirma que "só a auto-organizaçom e a pressom dos próprios trabalhadores e trabalhadoras poderá garantir umha nova política ao seu serviço". Podes aceder ao comunicado completo, publicado numha semana em que três obreiros morrêrom na Corunha e Marim vítimas da insegurança no trabalho, no web nacional de NÓS-UP.

 

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