CEIVAR denuncia malheira a preso independentista na prisom madrilena de Soto del Real

24 de Agosto de 2005

A entidade antirrepressiva CEIVAR denunciou a agressom de que foi vítima hoje mesmo o jovem independentista galego Ugio Caamanho, preso desde o dia 26 de Julho no cárcere de Soto del Real, em Madrid (Espanha).

Os factos acontecêrom no quadro da dinámica reivindicativa que vários presos políticos desenvolvem na citada prisom contra as contínuas mudanças de parceiro nas celas, que lhes som impostas pola direcçom. A negativa de Ugio a regressar ao quarto e despir-se, como os funcionários pretendiam, custou-lhe a entrada no módulo de isolamento onde, segundo o relato de CEIVAR, "foi levantado em peso polo pescoço e contra a parede por parte de um carcereiro, enquanto outros malhavam colectivamente nele no rosto e o corpo, exigindo-lhe que se despisse". Além disso, as pertenças pessoais do jovem preso fôrom estradas polo chao em atitude prepotente.

Ugio Caamanho, que se encontra novamente na sua cela do Módulo de Preventivos, denunciou já os funcionários de prisons responsáveis pola agressom desta manhá.

A direcçom de Soto del Real aplica umha política em relaçom à ocupaçom das celas consistente na contínua e arbitrária mudança de parceiros, provocando instabilidade permanente nos internos.

CEIVAR denuncia no seu web os maus tratos sofridos polo preso independentista galego e acusa o Governo do PSOE e o seu presidente Rodríguez Zapatero de "tolerar e fomentar estas práticas, deixando em águas de bacalhau a retórica em favor da democracia e a defesa dos direitos humanos".

A entidade antirrepressiva fai ainda um chamado a todo o tipo de entidades sociais galegas para denunciar essas práticas e difundir os factos de hoje, o que de Primeira Linha fazemos com toda a energia, ao tempo que manifestamos a nossa solidariedade com @s compatriotas pres@s em cárceres espanhóis, com boa parte dos seus direitos negados, incluída a integridade física.

É, com efeito, um dever de tod@ democrata galeg@ reivindicar o direito à repatriaçom de pessoas como Ugio Caamanho, bem como a um julgamento rápido, justo e livre das arbitrariedades que actualmente padece em maos do sistema judicial e carcerário espanhol.

 

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