Maquinaria ianque de torturas e assassinatos continua a pleno rendimento no Iraque e o Afeganistám

23 de Fevereiro de 2006

Quase cem prisioneir@s morrêrom em poder das forças de ocupaçom norte-americanas no Iraque e o Afeganistám desde Agosto de 2002, segundo denunciou o organismo internacional Human Hights First. Em concreto, 98 pessoas, 34 das quais vítimas de homicídio voluntário ou involuntário, segundo o relatório assinado por um grupo de juristas norte-americanos por encomenda da citada entidade.

O estudo, realizado com base nos próprios relatórios internos do Exército ianque, cita outros 11 casos de mortes suspeitas nom esclarecidas e entre 8 e 12 casos de prisioneiros torturados até a morte. Cita-se ainda o caso concreto de um prisioneiro que foi lançado por soldados dos EUA do alto de umha ponte sobre o rio Tigre, bem como outro asfixiado polos militares ocupantes dentro de um saco-cama.

A veracidade da informaçom feita pública garante-se por fazer parte de documentaçom interna do Pentágono, a que Human Hights First tivo acesso graças à chamada "Acta sobre a Liberdade de Informaçom". Outras entidades defensoras dos direitos humanos exigírom um estudo independente que poda recorrer a outras fontes, umha vez que é claro que a força ocupante ianque nom vai reconhecer a autêntica dimensom dos crimes que protagoniza nos países que ocupa e destrói.

De resto, este estudo fai-se público dias depois da publicaçom de mais e mais fotografias sobre as torturas, assessinatos e humilhaçons sexuais aplicadas polo Exército ianque contra presos no cárcere de Abu Ghraib, no Iraque, incluído um homem degolado durante umha sessom de torturas. Nom há conhecimento de nengumha actuaçom concreta e efectiva polos organismos internacionais supostamente garantes da "democracia" contra os criminosos de guerra que tele-dirigem o submetimento dos povos iraquiano e afegao a em Washington e Londres.


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Nom deixam de aparecer documentos gráficos e dados oficiais sobre as actuaçons criminosas das forças ocupantes, sem que os organismos internacionais actuem