Agentes da CIA reconhecem prática de torturas "cruéis e desumanas" em prisons secretas

7 de Dezembro de 2005

Pouc@s duvidam já da verossimilhança das denúncias de organismos nom governamentais relativas à existência de centros penitenciários secretos que a Administraçom norte-americana mantém ao longo do planeta com a cumplicidade de diversos governos "amigos".

Porém, agora contamos com o testemunho directo de oficiais da Agência Central da Inteligência (CIA) ianque, que revelárom a existência dessas cadeias, onde se praticam "cruéis e desumanas" técnicas de interrogatório a detidos que nom conhecem acusaçons nem contam com defesa jurídica.

Os oficiais da CIA falárom sem revelar a própria identidade, e citárom, entre as técnicas de tortura a detidos habitualmente praticadas pola inteligência ianque, o afogamento, o congelamento, a privaçom de sono, as chapadas e espancamentos vários.

De resto, o Governo alemám acabou de admitir que um cidadao desse país foi seqüestrado pola CIA e mantido em reclusom ilegal "durante meses" no Afeganistám, após ter sido detido na Macedónia. Trata-se de um caso concreto que confirma as práticas ilegais da CIA contra @s que considera suspeitos de "terrorismo".

Essas práticas contam com o aval do Governo que preside George W. Bush, e tenhem plena vigência nos chamados "sítios negros", nome dado às prisons secretas aonde costumam ser transferid@s @s prisioneir@s acusad@s de "terrorismo". Na semana passada, a organizaçom nom governamental Human Rights Watch denunciou a existência de "detidos fantasma", em cárceres secretos de países como a Polónia e a Roménia, na Europa, bem como no Afeganistám e a Tailándia.

Além do mais, Amnistia Internacional denunciou a constáncia de que nom menos de 800 voos de avions ianques carregados com prisioneiros ilegais conduzidos às prisons secretas figérom já escala em aeroportos europeus como o de Maiorca, no Estado espanhol.

Folga dizer que nengumha organizaçom da chamada "comunidade internacional" tomou por enquanto medidas para punir as práticas genocidas e de terrorismo de Estado por parte da principal potência imperialista mundial: os EUA.

 

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