A Junta do PSOE e o BNG mantém prática de nomeaçons a dedo

28 de Maio de 2006

A CIG, organizaçom sindical maioritária na Administraçom autonómica, fijo público um relatório em que se confirmam as mesmas práticas de nomeaçons arbitrárias sem mediar qualquer concurso, recorrendo a amizades que ganham o posto "a dedo".

Após umha fase inicial em que tais práticas diminuírom, o novo Executivo retomou o sistema "digital" do Partido Popular, com 270 ou 280 novos cargos de livre designaçom, além dos mais de 900 que deixou o PP, e ocupou 850 postos mediante comissons de serviço igualmente (concessom temporária de mobilidade) carentes de controlo.

A política de comissons de serviço e nomeaçons de livre designaçom servem, segundo denunciam @s representantes da CIG na Administraçom autonómica, para tornar@s funcionári@s públic@s "dóceis" em relaçom ao Executivo. A central nacionalista reclama umha ruptura com o sistema posto "na moda" polo PP durante os seus mandatos, que evita os concursos e a transparência na nomeaçom de cargos nom só de topo, mas também intermédios.

O número de nomeaçons "digitais", por conselharias, som a os seguintes: Sanidade (PSOE, 61), Presidência (PSOE, 30), Economia (PSOE, 28), Pesca (PSOE, 20), Trabalho (PSOE, 20), Ambiente (PSOE, 16), Educaçom e Cultura (BNG, 15), Política Territorial (PSOE, 12), Meio Rural (BNG, 9) e Vivenda (BNG, 2). Ao todo, o PSOE é responsável por 205 nomeaçons deste tipo, enquanto o BNG fijo 65 contratos ditos "de livre designaçom".

 

 

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