AGIR denuncia falta de compromisso da Junta na galeguizaçom do ensino

20 de Setembro de 2006

A entidade estudantil independentista AGIR questionou a chamada "revoluçom tranqüila" do actual Executivo autonómico de PSOE e BNG, no que di respeito à mais do que tímida abertura de 17 centros ao ensino em galego. Em concreto, AGIR lembra que, para já, em cinco deles já se vinham dando as aulas em galego, por iniciativa do próprio colectivo docente, enquanto a propagandística galeguizaçom vai limitar-se ao segundo ciclo de Educaçom Infantil, e só desde que fique garantida umha linha paralela em espanhol.

@s estudantes independentistas acrescentam na crítica publicada no seu web nacional que em diversos pontos da Galiza existem dez centros de Primário, denominados trilíngües, em que a língua veicular som o inglês (nove deles) ou o francês (o décimo), o que relativiza ainda mais o "avanço" da medida anunciada por umha Conselharia que nem é capaz de fazer cumprir os horários e condiçons estabelecidas por lei para o ensino do galego.

AGIR conclui que "a alienaçom impingida na escola, ao contrário do que nos querem fazer crer, avança a passos muito mais longos do que as esqualidas reformas do bipartido".

 

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