NÓS-UP reconhece a "coerente posiçom" da CIG perante a Comissom Parlamentar que cozinha o novo Estatuto

21 de Maio de 2006

Dous dias depois de que a CIG apresentasse o seu documento (aprovado em Janeiro) em relaçom a umha possível mudança do estatuto jurídico-político da Galiza perante a Comissom Parlamentar que trata da reforma estatutária, NÓS-Unidade Popular fijo um público reconhecimento do papel da central nacionalista nesse foro institucional.

Em concreto, a formaçom independentista qualificou a CIG como "a única entidade convocada pola Comissom parlamentar tripartita (PSOE-BNG-PP) responsabilizada de estudar a reforma do Estatuto de Autonomia da Comunidade Autónoma Galega que defendeu umha posiçom avançada e conseqüente com os interesses nacionais da Galiza e as necessidades do povo trabalhador galego".

NÓS-UP denuncia a exclusom de organizaçons e entidades sociais soberanistas nos convites dos três partidos parlamentares para participar na citada Comissom, com excepçom da CIG, que a organizaçom independentista define como "a mais importante organizaçom de massas da classe trabalhadora galega".

O direito de autodeterminaçom, um Quadro Galego de Relaçons Laborais, formas avançadas de democracia real e participativa, o reconhecimento do galego como idioma nacional e a defesa de um modelo socioeconómico antagónico com o neoliberalismo imperante, som algumhas das propostas apresentadas pola CIG perante os três partidos representados no Hórreo, o que para NÓS-UP constitui umha novidade se comparado com as produzidas anteriormente nas últimas semanas. Medidas, de resto, coincidentes com as que NÓS-UP apresentou no passado mês de Outubro, no início do actual processo de reforma estatutária .

NÓS-Unidade Popular encoraja ainda a CIG para assumir um papel de catalisador e mobilizador "em prol dos direitos inalienáveis que nos correspondem como Naçom e como Povo Trabalhador". Nesse senso, mostra-se determinada a "apoiar qualquer iniciatiava suprapartidária tendente a evitar que a reforma estatutária que o PSOE, PP e BNG prentendem pactuar, seguindo a lógica de 1981, negue a voz do povo galego a determinar o seu futuro colectivo".

Podes ler na íntegra o comunicado de NÓS-UP no seu web nacional.

 

 

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