Associaçom pola Defesa da Ria de Ponte Vedra reafirma exigência do fim de actividade de ENCE em Louriçám

5 de Abril de 2006

A Assembleia Geral da Associaçom pola Defesa da Ria de Ponte Vedra (APDR) ratificou a histórica reclamaçom do fim de actividade da celulose que durante décadas tem poluído intensamente a costa da ria pontevedresa. O actual debate institucional sobre a possível deslocaçom do complexo de ENCE para outro ponto da ria ou para outro lugares da Galiza fica fora das perspectivas da APDR, que literalmente afirma que "nom entra a julgar nem onde, nem que, nem como deve ser o traslado", a nom ser para afirmar que a localizaçom noutro ponto da ria de Ponte Vedra "se nom impossível, é difícil".

A entidade popular que historicamente luitou pola clausura de ENCE celuloses considera que o povo nom deve demobilizar-se apesar da mudança institucional que abre expectativas para o cessamento da actividade industrial na ria de Ponte Vedra. Ao contrário, deve pressionar para que "a classe política nom relaxe".

A APDR estuda a convocatória de umha nova marcha popular contra ENCE e Elnosa, como as que vem realizando cada ano com apoio de milhares de pessoas. Também sublinhou a iniciativa da associaçom para reclamar que o Conselho de Administraçom Florestal (FSC) retire a certificaçom de qualidade à madeira que Norfor, filial de ENCE, produz, em funçom do incumprimento de "todas as condiçons exigidas por essa firma florestal".

Entretanto, as instituiçons envolvidas na decisom sobre o futuro da celulose estudam o traslado da factoria a outros pontos sensíveis da geografia natural galega, nalgum concelho da comarca de Trasancos ou do Eume, ou mesmo numha zona próxima da mesma ria que a dia de hoje continua a degradar com uns elevados índices de despejos contaminantes.

 

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Vista geral da poluente ENCE, em plena ria de Ponte Vedra