NÓS-UP denúncia exclusom do soberanismo na Comissom estatutária

30 de Junho de 2006


Coincidindo com o final da primeira parte do processo que pretende modificar o actual Estatuto de Autonomia por parte das três forças políticas com representaçom no Hórreo, NÓS-UP emitiu um posicionamento denunciando a exclusom do soberanismo na comparecência da Comissom Estatutária.
A organizaçom independentista e socialista galega afirma que "Após terem comparecido dúzias de entidades, organizaçons e instituiçons de todo tipo é eloquente a ausência do soberanismo galego", considerando que esta marginalizaçom das forças autodeterministas, salvo a CIG, "é umha mostra palpável, umha constataçom empírica dos profundos défices democráticos de um processo definido de antemao, de um paripé no que só se pretende aparentar".

Onte, 29 de Junho, finalizárom as comparecências com a presença de Esquerda Unida e o Partido Galeguista. É precisamente o carácter extra-parlamentar destas duas forças na Comunidade Autónoma Galega o que leva a NÓS-UP a denunciar o carácter antidemocrático dos critérios empregados para elaborar a listagem de entidades convocadas.

Porém o comunicado emitido pola Permanente Nacional de NÓS-UP também define os prolegómenos do processo de reforma estatutário em curso como "umha mera farsa carente de legitimidade democrática porque nom contempla o exercício do direito de autodeterminaçom e soberania nacional da Galiza, circunscrevendo-se a umha morna reforma do actual ordenamento jurídico-político delegado polo Estado espanhol".

Primeira Linha considera injustificado a exclusom do conjunto das forças políticas e sociais da esquerda independentista, mas também das entidades autodeterministas como as Bases Democráticas Galegas.


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