Os perigosos "reconhecimentos académicos" das universidades na Galiza actual

22 de Maio de 2006

A entidade estudantil independentista, AGIR, fijo pública a denúncia polo facto de a Universidade de Compostela ter concedido, em 2001, o nome de umha cátedra oficial para a promoçom das relaçons "hispano-lusas" da instituiçom universitária a um dos detidos pola fraude milionária do Fórum Filatélico.

Trata-se de Albertino de Figueiredo, presidente do grupo financeiro Afinsa e detido dentro da operaçom contra os resposáveis por umha dos maiores redes financeiras acusadas de burla, branqueamento de capitais, insolvência punível, administração desleal e outros crimes financeiros.

Há que lembrar que já no mesmo ano 2001, quando Figueiredo atingiu o reconhecimento académico da equipa reitoral compostelana, a empresa que dirigia era investigada por branqueamento de capitais, com relaçom a um movimento de cinco milhons de euros de umha filial do Fórum na Suíça para um traficante de armas israelita.

Para além do indicativo que o assunto pode ser para comprovarmos os "valores" promovidos polas altas instáncias universitárias, o caso tem umha segunda parte nom menos preocupante. Tal e como a própria AGIR indica na sua denúncia pública, a actual equipa reitoral retirou de maneira fulminante o nome de Albertino de Figueiredo da catedra que tinha sido assim baptizada.

No entanto, até hoje nom foi possível que, com a mesma e nem sequer com menor rapidez, fosse retirado o doutoramento Honoris Causa pola mesma universidade que ainda mantém Francisco Franco, o general golpista e genocida que dirigiu a ditadura militar no Estado espanhol durante quatro décadas.

 

 

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Albertino de Figueiredo, fundador e presidente de Afinsa até 2003 e presidente honorário desde essa altura, detido no dia 9 de Maio como um dos máximos responsáveis polo aparelho criminoso montado à volta da fraude das pensons