Novo comunicado de NÓS-UP reclama "umha nova política florestal e urbanística"
11 de Agosto de 2006
Dias depois de Tourinho ter afirmado que a situaçom estava "sob controlo", hoje mesmo saiu na TVG reconhecendo que a capacidade de apagar lumes subiu de 50% para 75%, o que demonstra que a situaçom está longe de ser controlada e que Tourinho mentiu quando dixo o que dixo.
Centenas de fogos continuam a declarar-se diariamente, enquanto o presidente espanhol voltou às suas férias insulares depois de ter passeado uns minutos pola Galiza, e diversas iniciativas populares tentam responder à situaçom de emergência nacional.
No ámbito da esquerda independentista, NÓS-UP emitiu um novo comunicado em que exige "umha nova política florestal e urbanística". Evitando cair no lamento abstracto polos fogos, situa a responsabilidade no imobilismo da actual administraçom autonómica, que mantivo durante o primeiro ano de legislatura as políticas do Partido Popular, por sua vez provenientes do franquismo.
O abandono do sector primário e terciarizaçom forçada da nossa economia, a turitificaçom e urbanizaçom selvagem da costa, a política florestal e eucaliptzalizaçom maciça do País, além da falta de previsom e meios por parte do executivo autonómico, som apontados como pontos que explicam a dramática crise actual.
NÓS-Unidade Popular afirma o seu "total apoio e adesom às mobilizaçons e alerta contra a possível tentativa institucional de manipulá-las para a via morta do consenso frente a um inimigo abstractamente identificado por todos como as máfias, o terrorismo e outras etiquetas parecidas". A formaçom independentista di que as máfias tenhem nomes e estám vinculadas a sectores como a construçom e a madeira, sem excluir ligaçons políticas.
NÓS-UP remete para as medidas incluídas na sua "Tabela reivindicativa de mínimos para o novo Governo autonómico", apresentadas há um ano e que nem fôrom respondidas oficialmente polo interlocutor institucional, o Governo bipartido.
BRIGA e Greenpeace também denunciam continuísmo
Nom só NÓS-UP exige mudanças radicais nas políticas florestal e urbanística. A organizaçom juvenil independentista BRIGA denuncia num comunicado a "hipocrisia institucional" e fala de "destruiçom calculada e planificada", enquanto o grupo ambientalista Greenpeace afirmou que os actuais responsáveis da Junta defendiam quando estavam na oposiçom o diálogo e a reflorestaçom com espécies autóctones e finalmente mantenhem as mesmas políticas de Fraga e o PP na Junta anterior.
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