Pressom institucional contra a memória antifascista no alto do Furriolo

6 de Outubro de 2006

Já informamos em dias passados da homenagem nacional que NÓS-Unidade Popular convoca para este sábado no alto do Furriolo. Umha homenagem às vítimas do holocausto galego num dos cenários dos assassinatos em massa dos esquadrons da morte franquistas em 1936 no sul da Galiza, concretamente na Terra de Cela Nova. Nom queremos deixar de aderir a esta convocatória, prevista para as 13 horas e na qual participarám também outras entidades como BRIGA, a Comissom da Memória do 36 em Vigo, a Associaçom Cultural Arraianos e o Comité Galego Bolivariano.

Caso mores perto de algumha das vilas e cidades de onde partirám autocarros (Ferrol, Corunha, Compostela, Ponte Vedra, Vigo e Ponte Areas) ainda estás a tempo de te inscreveres para assistires. Os bilhetes, que incluem o jantar popular a seguir ao acto político, podem ser comprados no local social da Fundaçom Artábria de Ferrol, no Centro Social Henriqueta Outeiro de Compostela, no Revira de Ponte Vedra e na Baiuca Vermelha de Ponte Areas, assim como no Local dos Argentinos no Exterior de Vigo.

Toda a informaçom sobre esta nova ediçom do Dia da Galiza Combatente está disponível no web de NÓS-UP e em poucos sítios mais, como é o caso de Vieiros. O silenciamento funcionou mais umha vez na generalidade de meios do sistema e incluso em algum alegadamente "alternativo".

Pressons institucionais contra o acto de NÓS-UP

Fontes de NÓS-Unidade Popular informam no web dessa formaçom política que as polícias locais de Ribadávia e Cela Nova, além da polícia espanhola de Ourense, estám a perseguir a campanha de propaganda do Dia da Galiza Combatente. Também cargos públicos do PSOE estám a participar na perseguiçom, como aconteceu na capital do Ribeiro, onde marcos Branco Jorge, presidente da Cámara polo PSOE, tentou enfrentar-se a membros de NÓS-UP que colavam cartazes no centro da vila.

Para além de outras consideraçons, cumpre lembrar que esses cartazes que Branco Jorge nom quer ver nas ruas de Ribadávia reproduzem, entre outros, o rosto do que fora presidente da Cámara de Ferrol polo PSOE nos anos 30, Jaime Quintanilha, assassinado a 17 de Agosto de 36 e desaparecido polos fascistas num lugar ainda hoje indeterminado.

 

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