Exército de ocupaçom británico massacra populaçom civil em Bassorá

7 de Maio de 2006

A queda de um aviom militar británico numha acçom da resistência patriótica, em que morrêrom quatro militares ocupantes, foi celebrada nas ruas da cidade de Bassorá, a sul do Iraque, por centenas de pessoas, principalmente novas. A resposta da tropa imperialista foi brutal: fogo contra manifestantes "armados" com pedras, ficando cinco civis mortos, entre eles duas crianças.

O aparelho militar británico tinha sido derrubado com um míssil terra-ar pola guerrilha iraquiana que luita pola libertaçom nacional do seu país, caindo no bairro de Al Saei, o que foi festejado pola vizinhança do local. Mais umha vez, a tropa ocupante mostrou-se como o que realmente é, disparando contra a populaçom civil, assassinando e impondo o toque de recolher obrigatório.

A luita popular contra a ocupaçom e espoliaçom do Iraque continua, tendo morrido 108 soldados británicos desde o início da agressom anglo-norte-americana em Março de 2003. No caso de Bassorá, mais de 8.000 soldados británicos tentam conter a resistência de um povo que nom se resigna à ditadura militar estrangeira.

Dez soldados ianques mortos no Afeganistám

Mas o Iraque nom é o único lugar em que o imperialismo enfrenta a resistência dos povos de maneira corajosa e efectiva. Também no Afeganistám caiu um helicóptero, desta vez ianque, na província oriental de Kumar, morrendo os dez ocupantes do mesmo. O aparelho participava num operativo militar ianque contra a resistência afegá, denominado "Leom da Montanha".

O caçador viu-se mais umha vez caçado polas guerrilhas que combatem a ocupaçom militar de mais de 20.000 efectivos de diversos exércitos ocidentais, incluído o espanhol, e com especial destaque para o norte-americano, promotor da guerra de conquista que se desenvolve nos últimos anos no país asiático.

A impunidade imperialista continua a ser total, quer no Afeganistám, quer no Iraque, onde milhons de pessoas continuam a sofrer os piores efeitos da estratégia militar ianque de espoliaçom dos recursos energéticos e naturais de ambos os países, sem que os estados ditos "democráticos" mexam um dedo para deter essas agressons.

 

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