Milhares de trabalhadores do naval trasanquês tomam as ruas

13 de Julho de 2006

Mais de 3.000 obreiros e obreiras das empresas auxiliares de Navantia saírom hoje à rua no segundo dia de greve indefinida, ratificada ontem mesmo pola assembleia de trabalhadores e trabalhadoras.

A negociaçom do convénio colectivo e a ameaça de despedimento contra 167 empregad@s de Montajes Nervión estám na base do novo protesto do sector mais precarizado do naval de Ferrol e Fene, com longas jornadas de trabalho em péssimas condiçons de segurança, e a ameaça permanente de perda do emprego.

@s manifestantes reclamárom em frente das sedes dos principais partidos que as instituiçons públicas impidam ao patronato condenar ao desemprego os trabalhadores e trabalhadoras num sector e umha comarca especialmente castigados polas políticas neoliberais, antes de se dirigirem à sede comarcal da Junta da Galiza exigindo soluçons à situaçom dos companheiros e companheiras de Montajes Nervión.

NÓS-Unidade Popular apoia a luita obreira

A Assembleia Comarcal de NÓS-UP em Trasancos expressou o seu inconcional apoio à luita das auxiliares de Navantia, lembrando que os três partidos maioritários (PP, PSOE e BNG) participam ou participárom em governos estatais, autonómicos e municipais que nada figérom para acabar com as reconversons e sucessivas sangrias no sector naval trasanquês.

A formaçom da esquerda independentista afirmou num comunicado que "a luita de cada sector, de cada empresa trasanquesa e da Galiza representa os interesses colectivos do conjunto da classe obreira galega. Chega de assumir como inevitável o desemprego e a precariedade. Cada cessom supom um aval para que os patrons dem um novo passo na nossa precarizaçom laboral."

Podes ler aqui o comunicado íntegro de NÓS-UP em apoio aos trabalhadores e trabalhadoras do naval de Trasancos.

 

 

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