Classe trabalhadora galega é a pior paga do Estado espanhol

7 de Setembro de 2006

A integraçom da Galiza na economia do Estado espanhol continua sem chegar, se falarmos de custos empresariais, salários e direitos laborais. Nom tendo dados globais da nossa naçom no seu conjunto, a Comunidade Autónoma da Galiza ocupa os últimos lugares com os piores soldos e os custos mais baixos para as empresas que exploram o nosso povo trabalhador.

Só a Estremadura, as Canárias e Múrcia tenhem condiçons de emprego similares ou inferiores às da Galiza autonómica, segundo os últimos dados oficiais disponíveis, referidos a 2005. Em concreto, a média de custo salarial para as empresas é no território das "quatro províncias" de 15.828 euros por empregad@. Para fazermos ideia do significado, há que comprovar com os 22.700 euros de custo salarial em Madrid, que junto ao País Basco (incluindo a Navarra) e a o Principat da Catalunha ocupam os primeiros lugares.

Também o custo laboral total (salários, quotizaçons obrigatórias, voluntárias, prestaçons sociais e subsídios) deixa a Comunidade Autónoma da Galiza nos últimos lugares, com 21.835,07 euros, face aos 25.501,81 de média estatal e os 30.517,07 da Comunidade de Madrid ou os 29.589,3 os 29.044,68 euros do País Basco (Navarra incluída).

Por mês e trabalhador/a, o custo laboral da Galiza autonómica (excluindo, insistimos, as comarcas do Leste contabilizadas como asturianas e castelhano-leonesas pola estatística oficial) é de 1.921,56 euros, face aos 2.628,16 em Madrid, onde se registam os custos maiores.

 

 

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