Novos acidentes mortais na construçom

31 de Maio de 2006

A morte de dous operários, um em Ribeira e outro em Lugo, confirma o alto índice de sinistros laborais no sector da construçom na Galiza. Só contabilizando a populaçom da Comunidade Autónoma, produzem-se 10% dos acidentes laborais do Estado espanhol, o dobro do correspondente à média consoante a populaçom ocupada com que a Galiza conta a respeito do Estado.

José Manuel Veiga Barreiro, pedreiro de 44 anos, e Joám Castro, canalizador de 58 anos, som as duas últimas vítimas mortais por acidente laboral no nosso país, circunstáncia aproveitada, mais umha vez, polo conselheiro do Trabalho, Ricardo Varela, para anunciar "medidas", reconhecendo a alta incidência da sinistralidade laboral na Galiza.

No entanto, os acidentes e as mortes continuam a suceder-se, e as medidas nom se vem por nengures, segundo reconhecem as centrais sindicais e comprova qualquer galego ou galega só com acompanhar as páginas de sucessos dos jornais. Nem planos de choque, nem medidas extraordinárias, nem inspecçons suficientes, nem puniçom aos empresários. Nengumha medida significativa foi por enquanto adoptada pola Administraçom autonómica, para além do palavrório oportunista.

Quanto às referidas últimas mortes na construçom, a CIG denunciou falta de meios de segurança e convocou umha concentraçom em Lugo exigindo responsabilidades à Administraçom autonómica perante a altíssima mortalidade e acidentalidade laboral na Galiza, nomeadamente em sectores como o da construçom (18 mortos e 324 acidentes graves na Comunidade Autónoma em 2005 sem contar o actual mês de Maio).

 

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