Saudaçons internacionais ao X Aniversário do nosso partido

25 de Abril de 2006

Coincidindo com a ceia-acto político-festa do passado sábado, de que já informamos numha notícia anterior, diversas organizaçons irmás de Portugal, País Basco e os Países Cataláns remetêrom saudaçons de adesom à comemoraçom. Também o presidente da Cámara de Belém (Palestina) aproveitou a sua vista à Galiza nestes dias para nos fazer chegar a sua saudaçom solidária. A todos e todos eles, agradecemos as suas palavras fraternas palavras e transmitimos a solidariedade do povo trabalhador galego com as luitas de cada um desses povos irmaos.

Reproduzimos a seguir os textos recebidos:

Saudaçom de Víctor Batarseh, Presidente da Cámara de Belem (Palestina)

Quero transmitir o agradecimento polo convite que Primeira Linha realizou para assistir a esta ceia do X aniversário.

Devo informar que o inimigo sionista me obrigou a mudar o programa da visita à Galiza, tendo que encurtar um dia a minha estadia, polo qual nom me foi possível assistir a este acto.

Quero fazer-vos chegar os parabéns polos dez anos de partido, agradecendo a solidariedade internacionalista que sempre tivestes com o povo palestiniano, e desejar-vos os maiores sucessos no vosso trabalho.

Muito obrigado.

Colectivo Comunista Política Operária (Portugal)

Ao Comité Central
e aos militantes de Primeira Linha

Car@s Camaradas:

Em nome do colectivo comunista "Política Operária", as nossas mais calorosas saudaçons, na passagem do 10º aniversário da constituiçom do vosso partido.

Acompanhamos com expectativa os progressos do vosso projecto revolucionário, polos direitos das massas exploradas, pola emancipaçom da mulher, pola autodeterminaçom e independência da Galiza, pola derrota do imperialismo e polo triunfo da revoluçom socialista.

Contamos prosseguir a frutuosa cooperaçom entre as nossas organizaçons, com o objectivo de fazer surgir, em Portugal e na Galiza, fortes partidos comunistas e estreitar os laços entre os nossos dous povos na luita pola sua plena emancipaçom.

Com os desejos dos maiores êxitos para o vosso trabalho,

Francisco Martins Rodrigues

Batasuna (País Basco)

Saudaçons revolucionárias

Caras companheiras e companheiros, @s marxistas caracterizamo-nos por várias cousas que nos diferenciam a simples vista. Umha delas é que nom ocultamos os nossos objectivos, o logro de umha sociedade comunista; umha outra é que sempre analisamos as luitas sociais, as que forem, das classes exploradas até as das naçons oprimidas, passando polas das mulheres dominadas, da perspectiva mundial. O internacionalismo é consubstancial ao marxismo e negá-lo é renegar do elementar. Partindo daqui, umha outra característica d@s marxistas é que, por simples dialéctica, a luita internacionalista desenvolve toda a sua força emancipadora antes que nada na própria luita concreta que realizamos. A melhor forma de ajudar outras luitas é vencer nas nossas, é avançar na nossa própria vitória à vez que se mantenhem laços práticos de apoio mútuo.

Nom devemos cometer dous erros enormes: um, escusar-nos no internacionalismo de palavra para nom fazermos nada no nosso povo enquanto dizemos que apoiamos outras luitas, que quanto mais longínquas forem melhor. Assim, com hipocrisia, nom fazemos nada no nosso país e também nada em outros, mas ficamos bem, aparentamos ser internacionalistas. O outro erro é o contrário, é nom fazer nada no plano internacionalista porque dizemos que todos os nossos esforços estám na luita do nosso país, dizer que o sentimos muito mas que nom podemos ajudar os outros porque o exclusivo e único é o nosso. Estes erros, levados à acçom diária mais pequena e insignificante em aparência, ambos mostram um inaceitável egoísmo burguês porque antepomos o nosso, pior, o meu, os meus únicos problemas, aos teus. Assim se acaba por vencer o pior individualismo burguês e com ele o sistema capitalista. No fundo, o que estes erros tiram à superfície é o profundo desconhecimento de que a luita pola independência de um povo é parte integrante da luita da humanidade por independizar-se do poder burguês, por destruí-lo e por alcançar a liberdade colectiva.

Actualmente, a crise do Estado espanhol exige-nos desenvolver ao máximo a dialéctica entre a luita própria e a dos mais, entre a luita independentista basca e a luita de outros povos oprimidos nacionalmente, como o galego. Apesar das suas diferenças apreciáveis, em realidade, as nossas luitas coincidem no essencial e por isso vos mandamos esta saudaçom revolucionária, internacionalista e independentista.

VIVA GALIZA LIVRE

EUSKAL HERRIA
18 de Abril de 2006

Endavant (OSAN) (Países Cataláns)

Saúde companheir@s,

De Endavant (OSAN), da Catalunya, queremos dar o nosso apoio à
luita que desde há dez anos leva a cabo Primeira Linha.

Sabemos, por experiência, que há épocas melhores, piores, que há altos e
baixos na luita num mundo onde cada vez as mentes estám mais
controladas polos meios de comunicaçom capitalistas. Por isso é
importante que umha organizaçom com um discurso coerente e umha praxe
que durante dez anos tem estado, está e estará luitando para a
superaçom da opressom nacional, social e de género do povo galego
continue con mais força de cara à consecuçom destes objetivos.

Nom podemos deixar de lado a importáncia da solidariedade
internacionalista. Todos os povos e todas as organizaçons que
luitamos contra todas estas injustiças devemos continuar as nossas
relaçons e trabalho conjunto.

Recebei umha saudaçom comunista

ENDAVANT (OSAN)

Països Catalans, 21 de Abril de 2006

Moviment de Defensa de la Terra (MDT) Países Cataláns

Por muitos anos! Avante com a Revoluçom Galega!

Companheiras/companheiros da Primeira Linha, fazemos-vos chegar a
seguinte saudaçom:

Por muitos anos! Avante com a Revoluçom Galega! No
décimo aniversário da fundaçom da Primeira Linha, o Moviment de
Defensa de la Terra quer parabenizar-vos polo labor desenvolvido no
seio do MLNG, um labor que, conforme a nossa opiniom, tem sido
fundamental, ao menos, em três ámbitos: A elaboraçom de linhas
políticas, a formaçom do próprio MLNG e a luita ideológica.

Infelizmente, nom somos os únicos a percebermos os vossos acertos. O
nosso inimigo comum também tem tomado nota e por isto trata de parar
o processo de enraizamento do MLNG dentro das classes populares
galegas. Sem dúvida, este é o objectivo prioritário da repressom que
nos últimos meses se tem encarniçado com NÓS-Unidade Popular e
Primeira Linha. Sabemos que o Estado espanhol, como projecto de
dominaçom nacional, de classe e de género, atravessa umha crise
profunda. Ora bem, como nom nos vam oferecer a liberdade e temos de
tomá-la, os movimentos de libertaçom temos de dotar-nos de diferentes
instáncias organizativas, entre as quais há organizaçons estratégicas
como a Primeira Linha, imprescindíveis para orientar a luita.

Avante, portanto, com a luita pola independência, o socialismo e a
libertaçom de género!
Viva Galiza Livre!

Secretariado Nacional do MDT. Países Cataláns, 11 de Abril de 2006.

 

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