Conselho da Europa desvenda rede internacional de seqüestros e torturas a "terroristas"

8 de Junho de 2006

Tinha já sido denunciado por diversas organizaçons nom governamentais de defesa dos direitos humanos, mas nom fora exposto de maneira sistemática o esquema articulado polos Estados Unidos e os seus aliados ocidentais para o seqüestro de, no mínimo, cem pessoas acusadas de "terrorismo". O Estado espanhol fai parte da rede ilegal de apoio ao terrorismo de Estado ianque.

Existiam já testemunhos de pessoas que sofrêrom tais práticas, como o turista alemám Khaled el-Masri, seqüestrado em 2004 na fronteira da Macedónia, conduzido em segredo ao Afeganistám, torturado durante meses, e finalmente libertado na Albánia. Anteriormente, em 2003, o cidadao egípcio Osama Mustafa Hassan Nasr foi também raptado em Milám (Itália) por 13 agentes da CIA e levado para o Egipto, onde ainda permanece em prisom incomunicável de maneira irregular.

Som só dous exemplos de outros muitos certificados da existência de umha trama organizada pola CIA ianque e participada por outros 14 estados ocidentais alegadamente "democráticos", segundo denuncia o Conselho da Europa, organismo supraestatal europeu formado por 46 estados, 25 deles integrantes da UE. Um relatório que fala da "terciarizaçom" das torturas estilo Guantánamo, graças à colaboraçom de governos de estados como o espanhol, Portugal, Irlanda, Gram Bretanha, Suécia, Alemanha, Polónia, República Checa, Roménia, Itália, Bósnia e Grécia, entre outros.

A rede inclui voos secretos e ilegais com presos amarrados e impedidos de ver e falar, prisons clandestinas espalhadas pola Europa, torturas, etc. O assunto, destapado polo Washington Post estado-unidense, é agora denunciado num pormenorizado relatório de 67 páginas que, entre outras cousas, afirma que "está claro agora que autoridades de vários países participárom destas actividades ilegais".

 

 

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O Governo espanhol mantém a colaboraçom com Bush na sua cruzada contra os povos. Foto: José António Alonso (ex-ministro do Interior e actual ministro da Defesa, e Donald Rumsfeld, secretário de Estado e criminal de guerra)