Detençons e violência policial na concentraçom popular contra a presença de um ex-ministro sionista na Galiza

Inusitada violência policial e duas detençons fôrom a resposta dos anfitrions institucionais dos sionistas. Clica na imagem para a veres aumentada

21 de Novembro de 2006

Mais de umha centena de pessoas concentrárom-se na tarde de hoje em frente da sede da Fundación Caixa Galicia para protestar pola presença, no interior, do ex-ministro israelita Scholomo Ben-Ami. A presença do criminal sionista respondia ao convite do Governo autonómico galego, que estivo representado no acto polo conselheiro da Presidência, José Luís Mendes Romeu.

Umha concentraçom popular contestou o acto oficial, apesar da agressividade com que a polícia tentou evitar os protestos. A repulsa, em que participárom sectores diversos da esquerda social compostelana, contou com umha importante presença independentista, incluíd@s membros da formaçom política NÓS-Unidade Popular, da juvenil BRIGA e da estudantil AGIR. Também a cônsul de Cuba na Galiza aderiu à iniciativa popular compostelana contra a presença de representantes sionistas em solo galego.

Inusitada violência policial e maus tratos a um detido

Várias cargas e agressons da polícia de choque às pessoas concentradas nom pudérom evitar que quatro militantes da organizaçom juvenil independentista BRIGA entrassem à sala em que o dirigente sionista discursava, gritando palavras de ordem contra a sua presença. O serviço de segurança de Ben-Ami reagiu com violência, expulsando a pancadas @s quatro jovens.

A polícia espanhola detivo finalmente duas pessoas que participavam na concentraçom, umha delas membro da Direcçom Nacional da entidade estudantil da esquerda independentista AGIR, que foi espancado com dureza polos fardados espanhóis no momento de ser detido.

Os dous jovens continuam detidos no momento de escrevermos estas linhas, e provavelmente passem a noite nos calabouços da polícia espanhola em Compostela. Segundo fontes de AGIR, o membro da sua direcçom detido pudo telefonar e denunciar "numerosas agressons" durante a detençom e à chegada à esquadra. O jovem chegou a ser agarrado polos testículos, espancado e ameaçado com ser-lhe enfiado "o cacete polo cu". Os agressores tivérom de ser contidos por outros fardados perante a desproporçom das agressons.

Sabemos que o jovem estudante reclamou ser conduzido a um centro médico para ser examinado e poder requerer um parte de lesons.

Algumhas presenças "destacadas" no interior

Enquanto no exterior havia protestos e desmedida violência policial, no interior achavam-se vários destacados representantes da "progressia" vendida e institucional que nom achárom contradiçom entre "defender" a paz no Médio Oriente e aderir a actos pró-sionistas. Além de Mendes Romeu, o porta-voz parlamentar do PSOE, Ismael Rego, marcou também presença.

Mas talvez a presença mais chocante tenha sido a de Camilo Nogueira, do BNG, autoproclamado "amigo" da causa palestiniana. Impossível, senhor Nogueira, a pretensa neutralidade de solidarizar-se com um povo massacrado e participar em simultáneo em actos de apoio ao Estado terrorista de Israel.

Queremos daqui solidarizar-nos com as pessoas detidas e exigir a sua imediata posta em liberdade, junto à investigaçom da violenta actuaçom policial contra as pessoas que exprimírom a justa indignaçom perante a presença de um terrorista na sede de Caixa Galicia da capital galega.

Mais informaçom e imagens no web de BRIGA.

 

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