Operários das minas das Pontes e Cerzeda defendem postos de trabalho

18 de Março de 2007

As centenas de trabalhadores e trabalhadoras do sector mineiro das Pontes (comarca do Eume) e Meirama mantenhem a luita com umha nova greve do pessoal das subcontratas de Endesa que ultrapassa os objectivos dos sindicatos "bem-comportados". A clausura das minas das Pontes e Limeisa (Meirama), anunciado para o final deste ano, ameaça o futuro laboral de ao menos meio milhar de operários e operárias, que exigem soluçons para a sua vida laboral, com umha greve de 72 horas só apoiada pola central sindical nacional, a CIG.

A totalidade de empregados e empregadas do sector das auxiliares estám a aderir à paralisaçom convocada pola CIG, tendo-se registado algumas sabotagens anónimas nas Pontes contra instalaçons das forças sindicais pactistas, que se recusárom a aderir às jornadas de luita aprovadas em assembleias polos quadros de pessoal. Também em Cerzeda houvo cortes no caminho de ferro na tarde de ontem, entre outras medidas para reivindicar umha saída justa ao conflito.

De facto, quase a totalidade de trabalhadores afectados saiu às ruas da Corunha no passado dia 11 de Abril em defesa dos postos de trabalho ameaçados, demontrando o apoio maciço dos trabalhadores e trabalhadoras às paralisaçons e medidas de luita na rua. A marcha concluiu em frente da sede do Governo espanhol na Corunha, para reclamar que a Comissom de Acompanhamento do Plano Miner II seja obrigada a reformular os planos para o sector.

 

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