Juventude independentista debateu sobre ideias e acçom na Corunha

31 de Outubro de 2006

A organizaçom revolucionária juvenil BRIGA reuniu no passado sábado na Corunha o seu máximo organismo para analisar os seus primeiros dous anos de andamento como nova entidade ao serviço da juventude trabalhadora galega, num II Congresso Nacional que serviu também para marcar o rumo imediato do seu trabalho juvenil.

"Erguemos a bandeira do combate juvenil" foi a legenda que presidiu o encontro das jovens e os jovens, que nom poupárom críticas ao próprio labor desenvolvido, com o intuito revolucionário de dar maior efectividade e alcance à actividade da organizaçom.

Também fôrom reconhecidos os êxitos atingidos graças ao compromisso e à adequaçom do trabalho militante do cada vez maior número de jovens incorporados às fileiras de BRIGA.

A crítica e as alternativas às políticas institucionais, nomeadamente da Junta da Galiza, em relaçom à área juvenil, ocupárom umha parte importante da jornada congressual de sábado, sendo aprovado um documento que, na segunda parte, trata da repressom que sofre a juventude de maneira específica e intensa, incluídas a intoxicaçom e criminalizaçom permanentes. A vigiláncia policial aos centros de ensino, a campanha mediática e repressiva contra o "botelhom" e a perseguiçom contra as organizaçons juvenis independentistas fôrom alguns exemplos analisados de maneira especial.

O Congresso Nacional de BRIGA aprovou ainda resoluçons em solidariedade com a Juventude Comunista Checa, recentemente ilegalizada, com os cinco Heróis cubanos encarcerados nos EUA, e em apoio ao colectivo de Siareir@s Galeg@s e aos combatentes contra o fascismo espanhol.

Continua actividade em Compostela

Os trabalhos do Congresso nom impedírom que BRIGA tenha continuado o seu labor nas ruas da Galiza. Assim, na passada quinta-feira 27, na capital da Galiza, militantes juvenis independentistas depregárom numerosas faixas e cartazes na Alameda, denunciando a perseguiçom institucional do "botelhom", nomeadamente por parte do Governo municipal compostelano, em maos do PSOE e o BNG.

A acçom coincidiu com a reuniom de milhares de jovens na referida Alameda, sob controlo policial intenso e assédio continuado aos jovens que se aproximam da zona velha da capital galega. BRIGA denunciou essas práticas como "estado policial que se repete cada fim de semana", e que se verám agravadas com a entrada em vigor da Ordenança de Resíduos e Limpeza Viária já aprovada unanimente polo PSOE, o BNG e o PP no Pleno da Cámara Municipal de Compostela. Um novo texto legal para restringir direitos sociais, que inclui a proibiçom expressa da prática do "botelhom" na cidade.

 

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