1.500 pessoas exigírom mais segurança marítima no quarto aniversário do Prestige

13 de Novembro de 2006

Decorridos quatro anos da crise ambiental provocada polo afundamento do petroleiro Prestige na costa galega, umha manifestaçom de 1.500 pessoas percorreu as ruas de Compostela, convocada pola Plataforma Nunca Mais, para denunciar que todo continua na mesma e os riscos de novas marés negras também subsistem.

A organizaçom independentista NÓS-UP aderiu à convocatória para exigir que os governos que se seguírom aos do PP existentes em 2002 rompam com as políticas de total abandono da segurança marítima e sejam aplicados, no mínimo, os compromissos tomados logo a seguir à catástrofe.

Também esse era o discurso do manifesto publicado por umha Plataforma Nunca Mais que, no entanto, voltou a permitir que altos cargos na Junta e deputados do BNG se situassem na faixa de cabeça e em posiçons de destaque de umha manifestaçom teoricamente orientada a reclamar aos Governos autónomo galego e espanhol. Tivemos assim oportunidade de ver, como aconteceu na crise incendiária do Verao, o BNG a manifestar-se contra si próprio.

NÓS-UP, que exibiu umha faixa com a legenda "2002-2006: Galiza nom esquece. - continuísmo, + segurança marítima" repartiu um folheto às pessoas participantes em que, além de exigir umha nova política que evite um novo Prestige, apostou na transformaçom da Plataforma Nunca Mais para que rompa com as dependências partidistas em relaçom a um dos integrantes do actual bipartido e se converta em organismo assemblear e ao serviço das reivindicaçons populares sem hipotecas de partido.

 

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Vista parcial da manifestaçom do passado domingo em Compostela