Populaçom trasanquesa barra por duas vezes o acesso de um perigoso gaseiro à planta de gás

8 de Maio de 2007

Os responsáveis políticos e empresariais vírom-se surpreendidos nos últimos dous dias pola reacçom popular perante a primeira tentativa de ensaio de descarga de gás na planta em construçom em Mugardos. O colectivo de mariscadores e mariscadoras, utilizando pequenas embarcaçons de faena, barrárom a passagem a um grande barco que tencionava realizar provas carentes de licença.

Em simultáneo, umha concentraçom de 300 pessoas apoiava a iniciativa de bloqueio e exigia a paralisaçom da planta de gás polo perigo que irá supor para dezenas de milhares de pessoas em torno da ria de Ferrol.

Para hoje foi convocada polo Comité de Emergência da Ria de Ferrol umha nova mobilizaçom no porto ferrolano de Corujeiras contra a entrada de gaseiros na ria, enquanto as autoridades governativas ameaçavam através dos meios de comunicaçom com o emprego da violência institucional em defesa dos interesses de Reganosa.

Foi o delegado do Governo espanhol na Galiza, Manuel Ameixeiras, quem afirmou que serám aplicadas "as forças legítimas do Estado de Direito", em referência à repressom policial contra a populaçom que defende a segurança e o direito ao trabalho nas zonas tradicionais de marisqueio, ameaçadas pola poluiçom que trarám as operaçons da planta de gás de Mugardos.

NÓS-UP chama a mobilizar-se contra Reganosa

A entidade independentista e socialista, que participou nas mobilizaçons dos últimos dias, assinalou num comunicado as responsabilidades dos principais partidos de governo na comarca e na Junta, nomeadamente o PSOE e o BNG, que apoiam o projecto de Reganosa com tanto entusiasmo como o próprio Partido Popular. NÓS-UP afirmou que todos eles deverám assumir as responsabilidades por um projecto que supom umha verdadeira "bomba-relógio" no coraçom da ria de Ferrol

 

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