Iniciativa galega em solidariedade com os 5 antiterroristas cubanos

26 de Outubro de 2007

Representantes da recentemente constituída Coordenadora Galega de Solidariedade com Cuba concentrárom-se ontem às portas do Consulado norte-americano na Corunha, perto do Obelisco, para fazer chegar aos responsáveis diplomáticos um documento que solicita a liberdade para os cinco cubanos presos em cadeias ianques por exercerem labores de pesquisa antiterrorista em território estado-unidense.

A iniciativa começou às 11.30 horas desta quinta-feira e incluiu o despregamento de umha faixa com a legenda "Liberdade para os Cinco", assinada pola Coordenadora Galega de Solidariedade com Cuba. Reproduzimos a seguir o conteúdo do documento entregado aos funcionários norte-americanos:

Ao cuidado do Consul dos Estados Unidos da América na Galiza

Liberdade para os Cinco

A Coordenadora Galega de Solidariedade com Cuba solicita ao Consulado dos Estados Unidos da América na Galiza que transmita ao seu governo o nosso pedido de imediata posta em liberdade de Antonio Guerrero, Fernando González, Gerardo Hernández, Ramón Labañino e René González.

Internacionalmente conhecidos como os Cinco, levam mais de nove anos presos de forma ilegal e arbitrária polo seu governo polo único "delito" de evitar acçons terroristas contra Cuba e o seu povo a partir de Miami.

Antonio, Fernando, Gerardo, Ramón e René estavam infiltrados nas redes terroristas de Miami com o único objectivo de defender a segurança do povo cubano e do seu país.

Desde o ano 1998, estám detidos, permanecendo isolados em prisons de máxima segurança, sendo violados sistematicamente os seus direitos. Posteriormente fôrom condenados a longas penas, incluindo a prisom perpetua como fruto de um procedimento jurídico totalmente irregular onde se misturárom as bases legais com as políticas, condicionado pola forte pressom exercida polo "lobby" cubano de Miami.

Actualmente, continuam privados dos direitos mais elementares da legislaçom norte-americana no referente a receberem visitas das suas esposas.

O seu governo é consciente da injusta sentença que mantém aos Cinco em prisom, praticamente incomunicados e com as suas capacidades legais mermadas.

Diferentes organismos internacionais como a Comissom de Direitos Humanos da ONU ou a própria Amnistia Internacional tenhem denunciado a violaçom dos mais elementares direitos humanos por parte do seu governo no processo judicial e posterior condena a que se vem submetidos Antonio, Fernando, Gerardo, Ramón e René.

A Coordenadora Galega de Solidariedade com Cuba, tal como centenas de entidades, organizaçons e instituiçons de todo o planeta, solicita mediante este escrito que o seu governo liberte os cinco prisioneiros políticos cubanos.

 

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